Quanto Mais Vida, Melhor!: Beijo entre Vandinha e Flávia repercute na web

Vandinha
Vandinha e Flávia se beijaram no folhetim (Imagem: Reprodução / Globo)

Flávia (Valentina Herszage) e Vandinha (Ana Hikari) protagonizaram uma cena de beijo em Quanto Mais Vida, Melhor! e deram o que falar. Isso porque, a princípio, a suspeita era de que Vandinha era apaixonada por Murilo (Jaffar Bambirra).

Os dois moram juntos em um flat na Tijuca e, quando Flávia entra na vida dos deles, a jovem sofre pelo suposto triângulo amoroso. No decorrer da novela, no entanto, Murilo conheceu e se apaixonou por Flávia e o público, então, passou a acreditar em uma possível rivalidade das meninas.

Mas não foi bem isso que rolou. As jovens parceiras de banda trocaram selinhos e deixaram os fãs da história enlouquecidos. Ao falar sobre sua personagem à Carla Bittencourt, do Metrópoles, Ana Hikari a definiu:

“À princípio, vocês podem esperar por sofrência. Nas últimas semanas ouvi muito Marilia Mendonça e cheguei a conclusão que se a Vandinha gostasse de sertanejo ela sofreria muito ao som da Rainha da Sofrência sabe? Espero que o público torça por ela, porque, coitada, vai sofrer com o trio romântico!”

Atriz de Quanto Mais Vida, Melhor! fala de preconceito

Em recente entrevista ao Splash, Ana falou sobre o preconceito que o povo amarelo sofre no Brasil. Considerada uma das porta-vozes sobre representatividade asiática, a artista declarou:

“Acho que o Brasil ainda precisa aprender que pessoas amarelas são racializadas. Não são brancas e passam por processos de discriminação racial no nosso país. Abrir espaço na mídia para essa identidade é mostrar nossas questões, nos humanizar. É nos tirar da invisibilidade dentro da sociedade e fazer com que a sociedade nos inclua e trate com dignidade”.

“Ainda nos veem como um token, um ‘chaveirinho’ de diversidade, algo que é ‘diferente’ e ‘exótico’. Isso faz parte da desumanização resultante da discriminação racial”, pontuou.

Em seguida, Ana Hikari ainda disse: “Eu me identifico como uma brasileira amarela, com ancestralidade japonesa, negra e indígena. Pessoas amarelas, ainda hoje, servem como ferramenta de opressão contra pessoas negras”.

“Se identificar como amarela é reconhecer certos privilégios e se dispor a abrir mão deles em prol da luta antirracista. Acredito que minha maior responsabilidade nessa tentativa de levar o debate racial adiante, é mostrar para grupos negros e indígenas que nós, amarelos, estamos ao lado deles. Queremos e precisamos ser aliados na luta. Só seremos livres se todos forem livres”, completou.

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Guinho Santos
Guinho Santos é formado em Jornalismo e escreve sobre o universo das celebridades há dez anos. Reality show, bastidores da TV e novelas também são seus pontos fortes. Além disso, possui experiência como Social Media e apresentador. Seu canal na web é através do Instagram @guinhosantos__.
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