Samantha Schmütz detona programa de fofoca após boato sobre ida ao BBB 2022

Samantha Schmütz
Samantha Schmütz se recusa a entrar no BBB (Imagem: Reprodução / Instagram)

Samantha Schmütz não gostou nada de saber que o seu nome estava sendo apontado como um dos cotados para participar do BBB 2022 e tratou de se pronunciar sobre o assunto.

Por meio do Twitter, ela disse que tudo isso não passa de uma fofoca e surpreendeu ao revelar que jamais participaria do programa da Globo, emissora da qual Samantha é contratada.

Na ocasião, ela mandou a real e foi curta e grossa, ao disparar: “Galera, eu não vou pro ‘BBB’, jamais iria! Não acreditem nos programas de fofoca que fazem de tudo por ibope!”.

O público, claro, repercutiu imediatamente e muitos disseram que ela seria a “nova Karol Conká“, caso topasse participar. Recentemente, inclusive, ela abriu o jogo sobre a sua treta com Juliana Paes.

Em entrevista à colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo, ela disse que o atrito teve início após ela ter enviado uma mensagem privada à atriz tentando conscientizá-la sobre sua isenção em pautas importantes.

Foi a partir da conversa que Juliana publicou um vídeo dizendo que estava sendo atacada por suas convicções políticas e filosóficas.

“Queria alertá-la, por ter respeito e carinho por ela. Eu falei: ‘Talvez, se você tivesse perdido alguém por Covid, como eu perdi o Paulo, você pudesse estar revoltada’. No fim, ela me expôs. Não queria ter uma conversa particular exposta”, explicou Samantha.

“Ela acabou se expondo mais do que eu, porque falou besteira, delirou. Aquele texto que ela gravou foi a resposta que me deu no WhatsApp. Pegou, copiou, botou no teleprompter e leu para as pessoas. Não entendi nada”, prosseguiu.

“Ela fala em polarização, mas tentou polarizar as pessoas contra mim. Reclama do discurso de ódio, mas está querendo provocar o ódio contra mim”, disse ainda a contratada do Multishow.

Schmütz garantiu ainda que em momento algum teve a intenção de ditar regras para as pessoas: “Realmente não quero apontar dedo para ninguém. Estou apontando o dedo, sim, para o papel do artista”.

“O papel do artista é refletir sobre o que está acontecendo na sociedade, contestar. Não é só para entreter. A gente precisa tanto do povo, das pessoas, do público, e agora é a hora de quem tem voz arregaçar as mangas e devolver um pouco. Isso é muito nítido para mim”, refletiu.

“Não faz sentido você ter que falar para uma pessoa que tem 30 milhões de seguidores: ‘Ajuda aí’. Para que ter tanta voz se você não quer falar? É só para vender produto mesmo? Não pode ser! Que alienação seletiva é essa? Esse tipo de comportamento se tornou inadmissível pra mim”, alfinetou em seguida.

A artista finalizou o assunto dizendo que não teve medo de que seus posicionamentos afetassem a parte profissional.

“Se afetar [e perder algum trabalho], vai ser um livramento. Não tenho esse medo, porque não vale a pena. Não quero agradar a todo mundo, não existe isso. Quem tudo quer, tudo perde”, encerrou.

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