Simony é processada por não pagar enxoval de bebê

Simony
Simony foi acusada de não ter pago o valor de R$ 4,5 mil a uma personal shopper (Imagem: Reprodução / Instagram)

Simony se envolveu em uma nova polêmica. Segundo informou a colunista Fábia Oliveira, do jornal O Dia, a famosa está sendo processada por não pagar o enxoval do filho que comprou na Flórida, nos Estados Unidos.

De acordo com a publicação, Priscila Goldenberg foi quem entrou com a ação contra a ex-vocalista do Balão Mágico. A profissional alega que prestou serviços de personal shopper para Simony em 2013, quando ela estava grávida do filho caçula, e não recebeu pelo pagamento.

Segundo a jornalista, durante as compras, o cartão de crédito da famosa não foi autorizado e, com isso, pediu que Priscila passasse no cartão dela, alegando que devolveria a quantia assim que chegasse no hotel em que estava hospedada com a família, em Miami.

A consultora, então, afirma que pagou pelas compras de Simony, mas não recebeu o dinheiro de volta. Todos os valores informados pela personal foram especificados por emails. O documento mostra que, após as atualizações, a dívida ficou em mais de R$ 4,5 mil.

Vale lembrar que Fábia também revelou recentemente que Simony estava sendo processada pela escola onde as filhas estudaram em 2016. A publicação disse que a Justiça de São Paulo ordenou que a famosa pague a dívida de mais de R$ 86 mil em até 15 dias.

De acordo com a instituição de ensino, Simony tinha contrato os serviços educacionais para as duas filhas, na época com 12 e 9 anos, para que elas cursassem a 7ª e 3º série, respectivamente.

A empresa alega no processo que “prestou serviços educacionais de alta qualidade”, mas não recebeu o pagamento das mensalidades acordados com a cantora. Na decisão, o juiz José Maria Alves de Aguiar Júnior, da 2ª Vara Judicial do Foro de Santana de Parnaíba, acrescentou que Simony vai ficar isenta do pagamento das custas processuais, caso cumpra com o pagamento da dívida dentro do prazo.

Além disso, segundo a jornalista, o documento dá a opção que Simony contrate um advogado para entrar com recurso no prazo de até duas semanas. No entanto, o juiz adverte: “Caso não cumpra o mandado no prazo e os embargos não forem opostos, constituir-se há de pleno direito o título executivo judicial“.

Após a repercussão da notícia, Simony enviou um comunicado à imprensa negando a informação.

Da Redação
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