Sophie Charlotte revela perrengue que passou durante trabalho de parto

Sophie Charlotte
Em live com Nathalia Dill, Sophie Charlotte revelou como passou trabalho de parto (Imagem: Reprodução – Instagram / Montagem – RD1)

Nathalia Dill se reencontrou com Sophie Charlotte, com quem fez Malhação, em uma live. A reunião faz parte da série Mamãe de Primeira, que traz diferentes convidadas da atriz para compartilhar experiências a respeito da maternidade. Charlotte é mãe do pequeno Otto, de 4 anos, fruto do seu casamento com o ator Daniel Oliveira, enquanto Dill está grávida de seis meses do relacionamento com o músico Pedro Curvello. 

Convidada da vez, Sophie Charlotte contou o motivo pelo qual optou por parto natural: “Uma parte muito importante desse processo foi compartilhar com o Daniel, meu marido. A gente conversou sobre, tudo o que eu lia eu dividia com ele. A gente fez essa escolha juntos. Então, a gente combinou que ia ser assim: quando nascesse a gente ia contar a boa-nova. Eu tive um trabalho de parto maravilhoso, importante, vivo, ativo”.

A famosa, que estará na nova série da Globo, O Anjo de Hamburgo, ainda relatou que passou por um perrengue no grande dia que começou a entrar em trabalho de parto: “Num sábado de madrugada eu comecei a sentir uma sensação estranha, que eu não conhecia. E, dormindo, pensei: ‘Gente, eu ‘tô’ com contração! Será? Vou fingir que não sei de nada. Vou continuar aqui e dormir’ Isso foi se intensificando lentamente ao longo do dia”.

“Meu padrinho foi me visitar com a minha tia, de surpresa. Eu estava com 39 semanas. Então, ainda achavam que tinha ali um tempinho. E eu disfarçando: ‘Oi! Tudo bem?’ E estava em trabalho de parto, tinha contração no meio da conversa!’ Aí eles ficaram lá um pouco e depois foram embora. Eu estava com meus enteados. Raul e Moisés (filhos de Vanessa Giácomo) estavam lá em casa… Aí fui indo. Não foi um parto que estourou a bolsa e aconteceu”, completou. 

Sophie também ponderou sobre as percepções errôneas que costuma ouvir a respeito das dores de um parto natural. “Temos uma relação muito esquisita na nossa sociedade com a dor. A dor de ir a uma academia e puxar um peso muito pesado é totalmente aceita, Mas a dor de você trazer seu filho para o mundo, ajudada pelo seu corpo, é vista como ‘Meu Deus! Quantas horas você ficou?'”, descreveu.