Testemunha que diz ter visto MC Kevin pedindo ajuda estava fora do Brasil

MC Kevin
MC Kevin morreu em maio e caso ainda ganha reviravoltas (Imagem: Reprodução / Instagram)

O caso da morte de MC Kevin, em maio deste ano, ganhou uma nova reviravolta. Isso porque uma suposta testemunha da queda do cantor do quarto 502 de um hotel no Rio nem sequer estava no Brasil na data da situação.

Segundo informações do jornal O Globo, a Polícia Federal foi quem informou o delegado Leandro Gontijo, titular da 16ª DP (Barra da Tijuca), sobre o novo fato, que já consta no inquérito que apura a morte do funkeiro.

O músico português Fernando Jimmy Junior foi indicado a depor pela modelo fitness Bianca Dominguez e ainda declarou, em entrevistas – como uma para o Domingo Espetacular, da Record -, ter visto o artista pedindo socorro a Victor Elias Fontenelle, o MC VK, na varanda.

O promotor Marcos Kac, então, determinou a intimação de Fernando para prestar depoimento na delegacia. Há alguns meses, o músico afirmou no jornalístico da Record estar em uma festa no hotel em frente ao que Kevin havia se hospedado e presenciou o momento em que ele caiu de uma altura de aproximadamente 18 metros.

“Deu a entender que o MC VK estava incentivando o Kevin a se pendurar naquele local e que o Kevin largou a mão direita e ficou somente apoiado com a esquerda. E ali deu claramente para ouvir o que ele estava a dizer. Ele estava a pedir que o VK ajudasse ele. Ele gritou mesmo que deu para ouvir de onde eu estava”, relatou ele, em agosto.

Logo depois, então, o nome do músico apareceu em uma petição protocolada na Polícia Civil e no Ministério Público pelo advogado Danilo Garcia de Andrade, que representa Bianca.

No depoimento de Dimmy, a polícia já havia concluído que a morte do companheiro da advogada Deolane Bezerra aconteceu em razão de um acidente.

Inclusive, a advogada comentou em entrevista recente ao podcast Podpah sobre as puladas de cerca de MC Kevin. O artista morreu no dia 16 de maio.

“Eu digo e repito, e vou levar pra sempre isso comigo: o que é uma traição perto de uma morte? Queria que ele tivesse vivo. Se eu ia perdoar para estar junto com ele ou perdoar para seguir a minha vida, eu não sei. Mas com certeza ele teria o meu perdão porque eu tenho essa virtude, Deus me deu”, refletiu.

“Tudo o que a gente vivia ele reportava em música. Às vezes ele falava assim: ‘Você não vê o tanto que eu te amo? Ouve as letras, Deolane. É que você não ouve as letras, Dona. Minha alma falta sair do corpo quando eu estou longe de você’”, contou.

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Da Redação
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