Sonho Meu
Carolina Pavanelli e Elias Gleizer, como Carolina / Laleska e Tio Zé, em “Sonho Meu” (Imagem: Divulgação / Globo)

Todo mundo que foi criança nos anos 1990 certamente lembra, com saudade, de “Sonho Meu”! A novela de Marcílio Moraes chegou ao fim há exatos 25 anos – celebrados ontem (13), se desconsiderarmos a reapresentação do último capítulo, em 14 de maio de 1994. Para celebrar a data, preparei um especial com tudo o que rolou nos bastidores da trama.

– Com “Mulheres de Areia”, o horário das 18h viveu seu melhor momento na década, em audiência e repercussão. A Globo, claro, buscava uma substituta à altura da trama de Ivani Ribeiro. Decidiu então recorrer a Janete Clair. Sérgio Marques foi escalado para adaptar “Irmãos Coragem” (1970), um dos clássicos da “Nossa Senhora das Oito”, falecida em 1983. O projeto, centrado no garimpeiro João Coragem (Tarcísio Meira em 70; José Mayer em 1993), acabou alocado às 19h, faixa que padecia com o desempenho aquém das expectativas de “O Mapa da Mina”. E, posteriormente, adiado para 1995 – evitando a repetição da busca por diamantes que guiava “Mapa” e “Fera Ferida”, substituta de “Renascer” às 20h.

– Três sinopses inéditas passaram então a disputar a vaga de “Mulheres de Areia”: “Alto da Serra”, trama de época desenvolvida por Flávio de Campos e Marcílio Moraes, e “Com Unhas e Dentes”, de Ricardo Linhares, foram preteridas em favor de “Mãe e Filha”. O texto de Alcides Nogueira, com colaboração de Ângela Carneiro e Elizabeth Jhin, trazia a disputa de Sofia (Vera Fischer) e Laura (Cláudia Abreu), mãe e filha, pelo comando de uma construtora e pelo mesmo homem (Felipe Camargo, caso Vera recusasse o convite, ou Leonardo Vieira). Sabe-se lá por que a Globo engavetou o folhetim – que, quatro anos depois, serviu de base para “O Amor Está no Ar”. Alcides, Vera, Cláudia e Felipe ficaram à espera de “Pátria Minha” (1994), de Gilberto Braga; Ângela e Elizabeth foram remanejadas para a equipe de Walter Negrão, envolvido com as pesquisas de “Tropicaliente” (1994); Cleyde Yaconis e Reginaldo Faria, também cotados para o elenco, embarcaram em “Olho no Olho”, às 19h.

– Em junho, Marcílio Moraes entregou a sinopse de “Ciúmes”, supervisionada por Lauro César Muniz. “‘Sonho Meu’ foi uma encomenda. A Globo tinha comprado os direitos das novelas do Teixeira Filho e o Mário Lúcio Vaz [diretor da Central Globo de Produção] me ofereceu dois textos: ‘Ídolo de Pano’ (Tupi, 1974) e ‘A Pequena Órfã’ (Excelsior, 1968). Dei uma lida nos primeiros capítulos das duas e tomei uma resolução dramatúrgica: pego a mãe da pequena órfã e faço dela a mulher por quem os dois irmãos rivais de ‘Ídolo’ se apaixonam”. Curioso é que daí surgiu uma novela muito diferente das originais“, revelou Marcílio em seu site.

– Na abertura, tanto Teixeira Filho quanto sua esposa, Carmem Lídia, foram creditados.

– O primeiro título provisório, “Ciúmes”, acabou substituído por “Pega Fogo”, referência ao apelido, dado por Tio Zé (Elias Gleizer), da protagonista mirim, Maria Carolina (Carolina Pavanelli) – que, no primeiro capítulo, causa um incêndio no orfanato para o qual é entregue por sua tia Elisa (Nívea Maria). Por fim, “Sonho Meu”. A estreia também mudou de 13 para 27 de setembro, por conta dos atrasos na pré-produção.

Sonho Meu
Fábio Assunção como Jorge, em “Sonho Meu” (Imagem: Divulgação / Globo)

– Para o mocinho Lucas e o vilão Jorge, a Globo escalou Leonardo Vieira e Fábio Assunção. Leonardo tornou-se queridinho do público logo em sua estreia na TV, como José Inocêncio, na primeira fase de “Renascer”, então exibida às 20h. O curioso é que ele também esteve cotado para “Irmãos Coragem” (reeditando o Jerônimo de Cláudio Cavalcanti) e “Mãe e Filha”. Já Fábio havia se destacado como Caio em “De Corpo e Alma” (1992) – formando par com Daniela Perez (Yasmin), assassinada pelo colega de elenco Guilherme de Pádua (Bira). Antes do chamado para “Sonho Meu”, Vieira e Assunção se submeteram a testes para “Fera Ferida”.

– Leonardo Vieira marcou presença apenas nos quatro primeiros capítulos de “Renascer”. Já Patrícia França estava escalada para a novela toda – interpretando Maria Santa, grande amor de Zé Inocêncio, que morre ao dar à luz ao quarto filho, antes da mudança de fase. O autor Benedito Ruy Barbosa apostava, constantemente, em aparições de Maria Santa para o viúvo (então a cargo de Antônio Fagundes). Por isso, a escalação de Patrícia para Cláudia, heroína “Sonho Meu” – retomando o par com Leonardo –, causou atritos entre a equipe de “Renascer” e a produção da novela das 18h. Por fim, Patrícia acabou servindo às duas tramas.

Sonho Meu
José de Abreu como Geraldo, em “Sonho Meu” (Imagem: Divulgação / Globo)

– Também de “Renascer” veio José de Abreu (Geraldo). Aqui, porém, não houve entrevero: o personagem de Abreu no folhetim das 20h, Egberto, deixou de existir com a extinção do núcleo urbano do folhetim, que não apetecia a audiência. O ator sequer considerava “Renascer” como sua “volta à Globo” após três anos na Manchete, dando este crédito a “Sonho Meu”.

– Na reta final, porém, Zé de Abreu também se queixou da novela das 18h, em entrevista ao jornal “Folha de São Paulo”: “É o pior trabalho que já fiz. A trama não tem pé nem cabeça, está repleta de contradições. O próprio Geraldo é um personagem esquizofrênico. Um dia, dá porrada. No outro, chora como criança. Parece que os autores do texto não conversam entre si”. O supervisor Lauro César Muniz rebateu: “O Zé costumava nos ligar para elogiar o personagem. Não entendo por que mudou de opinião”.

– “Sonho Meu” também marcou o retorno ao vídeo de Cláudia Magno (Josefina), Débora Duarte (Mariana) e Isabela Garcia (Lúcia) – afastada da TV desde junho de 1991, quando concluiu “Lua Cheia de Amor”, então dedicada à filha recém-nascida Gabriela. Ainda, Bernadete Lys (Júlia), retomando a carreira artística e estreando em novelas, anos depois de unir ao autor Dias Gomes.

– Eri Johnson foi readmitido pela Globo, após sua escalação para Giácomo, mordomo da família Candeias de Sá – Lucas, Jorge e a avó Paula (Beatriz Segall). O ator havia sido dispensado por surgir caracterizado como Reginaldo, seu personagem em “De Corpo e Alma”, na campanha pelo parlamentarismo. A emissora não permitia que criações suas fossem usadas em propagandas políticas.

– A pequena Carolina Pavanelli, escalada para Maria Carolina, também atuou no plebiscito para escolher o regime político do Brasil. O comercial estrelado por ela defendia a monarquia. Antes, Pavanelli havia protagonizado a campanha de um banco. A estreia em novelas se deu após testes com mais de 50 concorrentes. A escalação de Carolina, aliás, “desobedecia” a sinopse, que pedia uma menina de 8 anos – a garota, eleita principalmente por sua desinibição, tinha 6. A estrela mirim, que ambicionava “ir à Disney, comprar um Mitsubishi pro pai e um forno micro-ondas e uma carteira para a mãe“, hoje é formada em Comunicação, dá aulas de língua portuguesa e investe no mercado literário.

– Contracenar com crianças exigia esforço extra do saudoso Elias Gleizer na hora de decorar o texto. Ele contou, na época da novela, que era repreendido por Carolina Pavanelli quando substituía um termo do roteiro ou inseria um caco; a garota era extremamente rígida com relação às falas.

– O núcleo infantil de “Sonho Meu” era capitaneado pela diretora-assistente Mônica Lazar. O mais experiente do time era Eduardo Caldas (Chico), de “Felicidade” (1991) e “De Corpo e Alma”; Carmem Caroline (Ximena) atuou na “Escolinha do Professor Raimundo” (1990) e na minissérie “Agosto” (1993); Beta Madruga (Taboinha) também participou de “Felicidade”. Ainda, Renato Pinheiro (Cacá), Luiza Curvo (Aninha) e Fabiano Miranda (Trigo); os dois últimos seguiram carreira artística.

– A novela marcou a estreia de Ângelo Paes Leme (Santiago), alçado ao estrelato dois anos depois como Caio, em “História de Amor”. E a chegada de Gisela Reimann (Alice) à Globo, após “Pantanal” (1990) e “A História de Ana Raio e Zé Trovão” (1990), na Manchete.

Sonho Meu
Daniela Camargo, Fábio Assunção e Beatriz Segall, como Francisca, Jorge e Paula, em “Sonho Meu” (Imagem: Divulgação / Globo)

– A Globo inovou ao ambientar “Sonho Meu” em Curitiba, capital do Paraná. Edifícios como o da Universidade Livre do Meio-Ambiente e o Hotel Bourbon receberam elenco e equipe, assim como o Jardim Botânico e a Ópera do Arame, teatro de vidro que abrigou as cenas em que Jorge era premiado por seu trabalho como médico. No bairro Alto da XV, a produção transformou um curtume desativado no orfanato Lar da Cecília (Miriam Pires), acidentalmente incendiado por Carolina. Já o Parque João Paulo II, o Bosque do Papa, foi tratado na ficção como uma vila de imigrantes poloneses, onde Tio Zé – apelido do polonês Roman Marzursky – visitava seus amigos e familiares, durante uma “festa polaca”.

– Foi o diretor-geral Reynaldo Boury quem sugeriu Curitiba ao então vice-presidente de operações da Globo José Bonifácio de Oliveira Sobrinho (Boni) e ao diretor artístico Paulo Ubiratan. Boury foi passar férias na região, após concluir “Despedida de Solteiro” (1992), e voltou com um vídeo comemorativo dos 300 anos da cidade para apresentá-la à emissora.

– Durante as viagens, a cada 15 dias, de Boury para Curitiba, Cláudio Cavalcanti – parceiro dele em “Despedida de Solteiro” – assumia os trabalhos nos Estúdios Globo. Marcelo Travesso e Roberto Naar completavam a equipe.

– As externas da mansão dos Candeias de Sá eram gravadas em Petrópolis, Rio de Janeiro. A residência já havia abrigado sequências de “Ciranda de Pedra” (1981).

– A cidade cenográfica, inspirada na arquitetura polonesa, contou com um casa formada por 60 toras de madeira, de 9 metros de comprimento. A equipe de cenografia, liderada por Mário Monteiro, padeceu com a edificação – comumente, a Globo produz apenas fachadas, fazendo uso de materiais mais leves. Os paralelepípedos das ruas “de mentirinha” foram dispostos em círculos, como em boa parte das vias de Curitiba. Ainda, muitas flores, pinheiros e uma vala transformada em riacho.

– O figurino, como não poderia deixar de ser, também remetia à Curitiba. O elenco padeceu com o verão 40 graus do Rio de Janeiro, nas gravações nos Estúdios Globo. A equipe responsável pelas roupas, chefiada por Marco Aurélio, optou por tons mais quentes, como o vermelho, estabelecendo contraste com a luz, neutra o bastante para criar a atmosfera gelada que a ambientação exigia.

– O vestido de noiva de Cláudia, que se unia a Lucas, foi inspirado na atriz Grace Kelly, que deixou o cinema quando casou-se com o príncipe de Mônaco. O modelo havia sido usado pela avó do noivo, Paula, na década de 1950 – o que levou Março Aurélio a optar por um tom perolado, “envelhecendo” a peça confeccionada em organza de seda pura, com pérolas e rendas; um solidéu substituiu a grinalda, como no casamento da princesa.

Sonho Meu
Leonardo Vieira e Patrícia França, como Lucas e Cláudia, em “Sonho Meu” (Imagem: Divulgação / Globo)

– “Sonho Meu” contou com um núcleo de profissionais da saúde nada éticos – o médico Jorge dopava a avó, com a conivência do sócio, Guerra (Walmor Chagas); a enfermeira Mariana matava Varela (Carlos Kroeber) com uma injeção letal, para proteger seu filho (ela era mãe biológica de Jorge). Apenas Fontana (Flávio Galvão) servia de bom exemplo: o doutor operava, de graça, pacientes sem condições de pagar. Através de Fontana, a Globo atendeu um pedido da Fiocruz, inserindo no roteiro informações sobre doenças infectocontagiosas. Em dado momento, com a protagonista Carolina acometida pela leucemia, a trama focalizou a importância da doação de sangue, da qualidade do material ao voluntariado.

– Fontana também apresentou problemas de ereção, tal qual Ataliba Timbó (Paulo Gorgulho), da contemporânea “Fera Ferida”. O médico, após anos perseguido pela esposa ciumenta, Gilda (Françoise Forton), não conseguia manter relações com a pretendente Márcia (Cristina Mullins).

– Maria Adelaide Amaral reforçou o time de roteiristas em janeiro de 1994, após cumprir compromissos no exterior e se recuperar da morte de Cassiano Gabus Mendes, autor de “O Mapa da Mina”, novela na qual colaborava. Além de Adelaide, Marcílio e Lauro contavam com o auxílio de Margareth Boury.

– Nesta época, o folhetim passou a contar com Alexandre Lippiani como Luís Ortega, publicitário que despertava o interesse das novinhas Alice, Francisca (Daniela Camargo) e Lúcia, mas acabava envolvido pela coroa Magnólia (Yoná Magalhães).

Sonho Meu
Yoná Magalhães como Magnólia, em “Sonho Meu” (Imagem: Divulgação / Globo)

– “Sonho Meu” abordava a luta de Cláudia para reaver a guarda da filha, bancar o tratamento da menina e livrar-se do marido violento, Geraldo. Para tal, ela comete o crime de bigamia, casando com Lucas. O milionário a perdoa logo após descobrir a traição, uma postura bem diferente da do irmão, Jorge, que, ao perder a moça para Lucas, passa a persegui-la de todas as maneiras. Por isto, o público estranhou quando Lucas, na reta final, deixou-se envolver pela ex-namorada Inês (Flávia Alessandra, em participação especial) e por Irene (Marianne Ebbert). Ao jornal “O Dia”, de 20 de fevereiro de 1994, Marcílio Moraes admitiu ter se “equivocado” na condução do casal protagonista: “Nós retardamos demais a primeira fase da trama. Depois, quando já estava no ar, é que eu vi que deveria ter antecipado a segunda fase, que começou quando o Lucas descobriu as mentiras da Cláudia“. Ao “Memória Globo”, Lauro César Muniz revelou que o público, diferente do mocinho, não aceitou a bigamia da mocinha – que, para cair nas graças da audiência, enfrentou as traições de Lucas e as loucuras de Jorge; o médico chegou a sequestrá-la, comprometendo a saúde do bebê que ela esperava.

– Por conta do horário, “Sonho Meu” pegou leve com expressões “chulas”. Termos como “chifrudo” e “corno manso”, usados por outros personagens em referência a Lucas, foram substituídos por “trouxa” e “bobo”.

Sonho Meu
Nívea Maria como Elisa, em “Sonho Meu” (Imagem: Divulgação / Globo)

– As maldades da vilã Elisa também foram atenuadas. A figura equivalia a Elza (Riva Nimitz), destaque de “A Pequena Órfã”. A vilã virou uma espécie de “bicho-papão” – as mães ameaçavam levar seus filhos para o orfanato da megera, onde Toquinho (Patrícia Aires / Marize Ney) padecia. A órfã foi acolhida pelo Velho Gui (Dionísio Azevedo) e Elza acabou enquadrada pelo Juizado de Menores, na figura do juiz (Lutero Luiz). Foi quando seus problemas psicológicos vieram à tona: ela sofria por não poder ter filhos, o que a levou a maltratar a sobrinha, Toquinho, filha de sua irmã (Yara Amaral).

– Em 2005, a Record adquiriu o texto de “A Pequena Órfã”, base de “Prova de Amor”, escrita por Tiago Santiago, com Leonardo Vieira e Patrícia França no elenco. Talvez este remake tenha inviabilizado uma reprise de “Sonho Meu” na Globo e no Canal Viva – boatos não confirmados que a emissora quase reapresentou a trama em 2000.

– Marcílio Moraes incluiu a meditação tibetana, através de Santiago, no enredo após frequentar aulas da modalidade. “Sonho Meu” também contou com números musicais de Priscila Camargo, a Polaca. A atriz, que integrou um grupo com Elba Ramalho e Tânia Alves e gravou para o LP do especial “Plunct, Plact, Zuuum” (1983), fazia apresentações no bar de sua personagem, cantando temas da trilha nacional.

– Na reta final, o vilão Jorge foi assassinado com três tiros no peito. Dentre os suspeitos, Geraldo, Lucas e Paula, inconformados com o sequestro que quase matou Cláudia; as amantes Aída (Cláudia Scher), Elisa – e o marido desta última, Fiapo (Carlos Alberto). No último capítulo, a revelação: Lúcia, também iludida pelo malvado, deu cabo dele. Mas a polícia foi induzida a acreditar que Guerra, pai da moça e sócio de Lucas, era o responsável pelo assassinato. Ele assumiu a culpa para não ver Lúcia, enviada para o exterior, apodrecendo na cadeia.

Sonho Meu
Isabela Garcia como Lúcia, em “Sonho Meu” (Imagem: Divulgação / Globo)

– O repertório internacional marcou época, com baladas do movimento denominado eurodance: “What is Love” (Haddaway), “Mr. Vain” (Culture Beat), “More and More” (Captain Hollywood Project). Também “House of Love”, da drag queen RuPaul, famosa pelo reality “RuPaul’s Drag Race”. Ainda, o rock do Scorpions, com “Under The Same Sun”, e do Aerosmith, com “Cryin”. E o romantismo dos Bee Gees, via “For Whom The Bell Tolls”.

– O tema de abertura, “Querer é poder”, contou com José Augusto e Xuxa. A canção manteve a Rainha dos Baixinhos em evidência no Brasil; na ocasião, Xuxa se dedicava à carreira internacional, dando as caras nas telinhas da Globo apenas aos domingos, numa atração que levava seu nome. Ela e Zé Augusto participaram do último capítulo, numa apresentação em Curitiba.

– A atriz Cláudia Magno faleceu durante as gravações, em 5 de janeiro de 1994, vítima de insuficiência respiratória aguda, após passar cerca de um mês no hospital. A família negou, na época, que Cláudia fosse portadora do vírus HIV, conforme ventilado na imprensa.

 

Recomendados para Você:

COMENTÁRIOS - Interaja Você Também! ⬇

Os comentários aqui não refletem a opinião do site e seus autores. Esta opção de comentário NÃO publica automaticamente nada em seu Facebook, fique tranquilo!