Túlio Gadêlha reage após repercussão de choro durante reunião do PDT

Túlio Gadêlha
Túlio Gadêlha se manifesta após reunião conturbada do PDT (Imagem: Reprodução / Instagram)

Deputado federal de Pernambuco, Túlio Gadêlha (PDT) abriu o jogo sobre as lágrimas que caíram do seu rosto durante a reunião que definiu a liderança do partido. O parlamentar estava na disputa, mas por questões internas a situação virou contra ele.

O político ficou assustado com a repercussão das suas lágrimas e aproveitou o momento para um esclarecimento: o choro aconteceu, mas não teve a ver com a candidatura à prefeitura de Recife, mas pela disputa da liderança do bloco do partido.

Segundo ele, dos 23 parlamentares, 21 garantiram o voto a ele. “Mas no momento da votação, que se deu de forma aberta, não me contive porque alguns deles decidiram apresentar e justificar um voto diferente me fazendo muitos elogios. Mas votando em outro candidato. Dos 21 votos, tive 3”, revelou.

Wolney Queiroz (PDT), deputado federal por Pernambuco, foi eleito o líder da sigla. O deputado André Figueiredo (PDT-PE) entrou na disputa na parte final e Túlio perdeu os votos.

Gadêlha garantiu que não guardou mágoa do ocorrido. “Entendo e sei que isso aconteceu porque o núcleo nacional do meu partido – as pessoas que definem a destinação de fundo eleitoral, de fundo partidário, a consolidação das alianças e definição das direções partidárias nos estados – escolheu outro nome, que aceitou disputar contra mim, naquele mesmo dia”, contou.

“Meus colegas de bancada não estão errados, errada está a legislação eleitoral que nos torna parte, e ao mesmo tempo, reféns dos nossos próprios partidos”, explicou. “A intervenção dos partidos naquilo que não for programático, é, e sempre será, um erro”, ressaltou.

“Por mais homens que chorem, que expressem seus sentimentos e falem o que precisa ser dito”, finalizou o namorado de Fátima Bernardes. “Já sobre o tema da candidatura, falarei na segunda-feira, em coletiva de imprensa, aqui no Recife”, anunciou.

Confira:

 

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Estou assustado com a repercussão que as lágrimas de um homem podem alcançar. Queria aproveitar e informar que isso não é coisa de outro mundo. E que sim, homens choram. . Agora, diferentemente da associação que fizeram, o motivo das lágrimas não tem a ver com a candidatura no Recife, mas com a disputa da liderança do bloco e minha decepção com meus colegas de bancada do PDT. . O fato é que havia conversado com 23 (vinte e três) dos meus colegas deputados e 21 (vinte e um) deles, me garantiram o voto. Mas no momento da votação, que se deu de forma aberta, não me contive porque alguns deles decidiram apresentar e justificar um voto diferente me fazendo muitos elogios. Mas votando em outro candidato. Dos 21 votos, tive 3 (três). . Mas não guardo nenhuma, nenhuma mágoa. Entendo e sei que isso aconteceu porque o núcleo nacional do meu partido – as pessoas que definem a destinação de fundo eleitoral, de fundo partidário, a consolidação das alianças e definição das direções partidárias nos estados – escolheu outro nome, que aceitou disputar contra mim, naquele mesmo dia. . Meus colegas de bancada não estão errados, errada está a legislação eleitoral que nos torna parte, e ao mesmo tempo, reféns dos nossos próprios partidos. A intervenção dos partidos naquilo que não for programático, é, e sempre será, um erro. . Por mais homens que chorem, que expressem seus sentimentos e falem o que precisa ser dito. Já sobre o tema da candidatura, falarei na segunda-feira, em coletiva de imprensa, aqui no Recife.

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Paulo Carvalho acompanha o mundo da TV desde 2009. Radialista formado e jornalista por profissão, há cinco anos escreve para sites. Está no RD1 como repórter e escreve semanalmente para a coluna Você Sabia?. Pode ser encontrado nas redes sociais no @pcsilvaTV ou pelo email paullocarvalho19@gmail.com.

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