Túlio Gadêlha detonou Bolsonaro em rede social (Imagem: Reprodução / Instagram)

Túlio Gadêlha já pode ser considerado um dos críticos ferrenhos ao presidente eleito, Jair Bolsonaro. Em seu perfil no Instagram, o namorado de Fátima Bernardes compartilhou uma matéria sobre o político.

Na publicação, a reportagem fala sobre o projeto “Escola Sem Partido”, que “prevê que cada sala de aula deverá ter cartaz com deveres de professores”.

Indignado com o projeto, o pernambucano, que foi eleito deputado federal, se manifestou: “Não há pluralidade de ideias sem liberdade de expressão. Esse projeto aí tá na comissão especial e pode ir direto pro senado, ainda hoje”.

Túlio afirmou que é mais uma oportunidade para avançar o autoritarismo. “Essa é mais uma tentativa de avanço do autoritarismo para institucionalizar a perseguição e a censura nas escolas. O ensino de qualidade e de tempo integral, a partir do estímulo ao livre pensamento, nunca será a opção escolhida por eles”, escreveu.

O interesse é manter o povo alienado para garantir o histórico domínio das massas”, disparou. “No projeto “Escola Sem Partido” o professor deve instruir e só pode falar da matéria, de forma isolada, sem tratar da realidade do aluno e do que está acontecendo no mundo, sem discutir o que acontece no noticiário ou na comunidade em torno da escola”, declarou.

Gadêlha finalizou que o projeto representa “o retrocesso em forma de Lei”. Seguidores se dividiram em apoio e críticas contra o pernambucano. “Chora perdido! Esquerdista”, escreveu um. “Sem palavras e a sensação de impotência é a mais triste de todas”, afirmou outro perfil.

Os professores podem ensinar sem doutrinar”, disse um terceiro. “Essa é a lei da mordaça. O que querem mesmo é uma escola de um único partido, de uma única religião. Não existe neutralidade!”, comentou mais um.

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Não há pluralidade de ideias sem liberdade de expressão. Esse projeto aí tá na comissão especial e pode ir direto pro senado, ainda hoje. . Essa é mais uma tentativa de avanço do autoritarismo para institucionalizar a perseguição e a censura nas escolas. O ensino de qualidade e de tempo integral, a partir do estímulo ao livre pensamento, nunca será a opção escolhida por eles. O interesse é manter o povo alienado para garantir o histórico domínio das massas. . No projeto “Escola Sem Partido” o professor deve instruir e só pode falar da matéria, de forma isolada, sem tratar da realidade do aluno e do que está acontecendo no mundo, sem discutir o que acontece no noticiário ou na comunidade em torno da escola. . É o retrocesso em forma de Lei.

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