Virada histórica do vôlei masculino turbina audiência da Globo

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Bruninho em bloqueio durante jogo duro da seleção brasileira; vôlei na Globo rende enorme audiência (Imagem: Reprodução / Globo)

O Brasil superou os Estados Unidos de virada nas quartas de final das Olimpíadas de Tóquio e assegurou ótima audiência para a Globo. O resultado aumentou os índices do canal da família Marinho em 44% no PNT (Painel Nacional de Televisão) entre 23h05 e 1h35.

A comparação foi feita com base nas quatro semanas anteriores. Do início ao fim, a partida acumulou média de 13 pontos, quatro pontos a mais, e 36% de participação (número de televisores ligados).

No Rio de Janeiro, a Globo subiu 33% com 16 pontos de média, quatro pontos a mais, e 38% de share. Em São Paulo, a audiência foi de 13 pontos, três pontos a mais, e 32% de televisores sintonizados.

A derrota da Seleção Brasileira no futebol feminino elevou a média da Globo em 29% no Painel Nacional de Televisão, das 4h48 às 7h58, com 9 pontos de média e 50% de participação, ou seja, de cem televisores ligados, metade estava no Plim Plim.

No Rio de Janeiro, o acréscimo foi de 33%. O jogo registrou 11 pontos de média e 53% de share. Em São Paulo, a elevação foi de 33%, com 8 pontos de média, dois pontos a mais, e 40% de participação.

A partida

Comentarista da Globo, Cristiane chorou após a derrota da Seleção Brasileira contra o Canadá. “É duro, Galvão. É como se eu estivesse com as meninas. Eu não sei explicar a sensação”, lamentou.

Galvão Bueno consolou Cristiane com a lembrança de todos os gols que narrou dela em Jogos Olímpicos. “Foi muito bom ter você com a gente, Cris. Eu narrei todos os seus 14 gols olímpicos, com orgulho”, garantiu. “Eu queria ter feito mais gols para você narrar. Mas tem coisa que foge da minha alçada, não sou eu que escolho”, desabafou a jogadora.

Em entrevista à Globo, Marta defendeu as meninas do Brasil e fez um pedido ao país e à imprensa: “Peço que as pessoas não apontem o dedo. Se tiver que apontar, pode apontar pra mim, que já estou acostumada. A nova geração não pode pagar por uma desclassificação. A gente precisa parar de cobrar tanto o que nunca foi investido antigamente”.

Paulo Carvalho
Paulo Carvalho acompanha o mundo da TV desde 2009. Radialista formado e jornalista por profissão, há cinco anos escreve para sites. Está no RD1 como repórter. Pode ser encontrado nas redes sociais no @pcsilvaTV ou pelo email [email protected].
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