Yasmin Brunet relembra vício em cigarro na adolescência

Yasmin Brunet
Yasmin Brunet relembra vício em cigarro na adolescência (Imagem: Reprodução / Instagram)

Yasmin Brunet revelou como iniciou o vício em cigarro. A modelo de 32 anos contou em uma publicação no Instagram que precisava ser aceita pelos amigos quando era adolescente.

Comecei a fumar muito cedo com as minhas amigas. Acho que tinha 13 anos. Estava todo mundo fumando, e nessa época era ‘cool’. A gente achava que era ‘cool’ fumar. Eu queria ser aceita na escola, nesse grupinho de meninas. Essas coisas todas que quando a gente é muito nova acha que vai fazer alguma diferença. Quando a gente sai da escola, vê que não é nada disso“, começou Yasmin.

Lembro que comecei a fumar com essa minha amiga e foi de brincadeira. Nunca pensei que ia me viciar, nem nada. Eu detestava, na real. Quando comecei, odiava. Eu ficava tonta, enjoada, tinha dor de cabeça, era horrível. Só que eu fui ficando viciada. Fumei um tempão“, emendou.

Yasmin Brunet ainda contou que não consumia muitos cigarros diariamente, mas usava para perder o estresse. “Eu não fumava muito, comecei a usar o cigarro como uma válvula de escape de estresse e ansiedade“, confidenciou a filha de Luiza Brunet.

Com 22 anos parei total de fumar. Lembro que fui subir um lance de escada e fiquei sem ar. Meu coração começou a disparar. Eu realmente fiquei com medo, porque pensei: ‘Com essa idade, se não conseguir subir um lance de escada, estou ferrada’. Então, só parei. Não usei nada, nenhum daqueles adesivos, nem chiclete e nem nada. Acho que para parar, tem que ter força de vontade, determinação e certeza do que você quer. Ter todas as razões e trazer para a sua consciência. Realmente lembrar delas todos os dias, porque realmente não é fácil“, destacou.

Você vai parando e se sentindo melhor. Você vai sentindo os gostos, os sabores dos alimentos que estão ali e não mascarados pelo gosto nojento do cigarro“, comentou ela.

A modelo contou que voltou a fumar em 2019. “Eu voltei a fumar no final do ano passado. Quando passo por um momento de muita ansiedade ou muito estresse, a minha válvula de escape acaba sendo o cigarro. Mas conversando com o médico, eu vi que dessa última vez, que foi pontual, não era vício. Era essa válvula. Parei por causa do Gabriel [Medina] e nunca mais. Já faz seis meses, talvez um pouco mais, que não chego perto do cigarro. E é maravilhoso“, contou.

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