De R$ 400 mil a milhões: o abismo entre o salário de Luis Roberto na Globo e os valores de Cleber Machado na Record e Galvão Bueno no SBT
O mercado de narradores esportivos no Brasil segue movimentando cifras milionárias, com diferenças relevantes entre os principais nomes das emissoras abertas.
Segundo estimativas de bastidores que circulam no mercado, Luís Roberto é hoje o narrador mais bem pago entre os fixos em emissoras de TV aberta, enquanto Galvão Bueno segue faturando por eventos pontuais fora da Globo.
Vale reforçar que nenhum desses valores é confirmado oficialmente pelos profissionais ou pelas emissoras — são estimativas atribuídas a fontes de bastidores e colunistas especializados no setor.
Luís Roberto, o número 1 da Globo
Luís Roberto recebe, segundo essas estimativas, cerca de R$ 800 mil por mês, consolidado como o principal nome das transmissões esportivas da Globo desde a saída de Galvão Bueno, em 2022.
O valor o coloca entre os profissionais mais bem pagos da televisão aberta brasileira, à frente inclusive de outros narradores de peso da própria emissora.
Cléber Machado na Record
Já Cléber Machado, contratado pela Record após a saída da Globo, fatura em torno de R$ 400 mil mensais fixos — valor que pode subir para até R$ 700 mil quando somado a ações de merchandising.
Mesmo distante do patamar de Luís Roberto, o contrato ainda representa uma das maiores remunerações do setor esportivo na TV aberta.
Galvão Bueno, fora da grade fixa
Sem contrato fixo com nenhuma emissora de TV aberta, Galvão Bueno negocia atualmente por eventos pontuais — como acordos com o SBT para transmissões específicas — ou por partidas em plataformas de streaming, caso da Amazon Prime Video.
Nesses formatos, os pacotes giram de R$ 200 mil por jogo a valores entre R$ 1 milhão e R$ 1,2 milhão pelo período total de um evento. Atualmente, ele também apresenta o Galvão FC, no SBT.
Gustavo Villani, o número 2 da Globo
Completando o grupo dos principais nomes, Gustavo Villani tem ganhos estimados na faixa de R$ 250 mil mensais, valor considerado alto mesmo estando distante do topo da lista.
A comparação entre os quatro nomes evidencia como o mercado de narração esportiva se tornou um dos mais valorizados dentro da televisão aberta brasileira, ainda que de forma bastante desigual entre emissoras e formatos de contrato.
Maria Clara é jornalista formada pela Universidade Federal de Pernambuco. Passei por redações de jornais produzindo notícias para os portais, fiz gerenciamento de redes e já fui a campo como repórter de rua em emissoras de televisão aberta. Instagram: @clarajordao_

