Ana Hikari abre o jogo e faz revelação sobre vida amorosa: “Vivo um relacionamento aberto”

Ana Hikari
Ana Hikari fez confissão sobre intimidade (Imagem: Reprodução / Instagram)

Ana Hikari abriu o coração e fez uma revelação a vida amorosa. Vivendo um poliamor em Quanto Mais Vida, Melhor!, a atriz confidenciou ao jornal Extra que tem liberdade em relação a relacionamentos:

Vivo um relacionamento aberto atualmente, então estou livre para ficar, transar, me relacionar com quem eu quiser, sem deixar de ter muito amor e carinho pela pessoa que eu escolhi”.

Questionada se já viveu uma relação com mais de uma pessoa ao mesmo tempo, a famosa disparou: “Já vivi e acho que pra mim é o que mais funciona. Já tive relacionamentos monogâmicos, mas hoje entendo que tenho apreço pela minha liberdade de ser quem sou e fazer o que quero“.

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“Eu amo saber que quem está ao meu lado tem amor, carinho e respeito por mim e está comigo porque quer, não porque estamos presos a um rótulo, sabe? Eu sinto que o rótulo do relacionamento monogâmico as vezes prende as pessoas a uma relação que não se permite assumir como falha“, completou.

Ana Hikari desabafa sobre racismo contra o povo amarelo e fala de nova personagem

No ar como a Vanda em Quanto Mais Vida, Melhor!, Ana Hikari, que ficou conhecida em Malhação, está muito feliz pela nova oportunidade na TV. Em conversa com a coluna de Marcelle Carvalho, no Splash, a atriz contou um pouco sobre sua nova personagem:

“Ela é uma garota com uma banda que toca na night da Tijuca. Vanda tem poucos amigos, é mais fechada, gosta muito de música e cuida muito da sua amizade com Murilo (Jaffar Bambirra). Ele é seu melhor e talvez o único amigo. Eles moram juntos num loft na Tijuca e, quando a Flávia (Valentina Herszage) entra na vida dos dois e na banda também, ela acaba sofrendo as consequências desse triângulo amoroso que vai surgir”.

“Estou feliz e bem ansiosa para ver tudo, porque foi um projeto que fizemos nos divertindo muito, com um elenco muito talentoso”, afirmou.

No papo, Ana ainda falou sobre o preconceito que o povo amarelo sobre no Brasil. Considerada uma das porta-vozes sobre representatividade asiática, a artista declarou:

“Acho que o Brasil ainda precisa aprender que pessoas amarelas são racializadas. Não são brancas e passam por processos de discriminação racial no nosso país. Abrir espaço na mídia para essa identidade é mostrar nossas questões, nos humanizar. É nos tirar da invisibilidade dentro da sociedade e fazer com que a sociedade nos inclua e trate com dignidade”.

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