Andressa Urach vira cantora e lança rock sobre drogas e prostituição

Andressa Urach
Andressa Urach lança primeiro single  (Imagem: Reprodução / Instagram)

Andressa Urach virou cantora e lançou seu primeiro single chamado Noite Virou Dia. Nele, a apresentadora narra um pouco de sua história antes de se tornar evangélica da Igreja Universal do Reino de Deus. Em entrevista à revista Quem, a ex-modelo afirmou que não pretende disputar paradas de sucessos com o projeto.

Essa não é mais uma música para disputar espaço no mercado, longe disso! Ela faz parte da minha missão de vida, o motivo pelo qual eu retornei à vida. Minha amiga, a compositora Elisa Hares, foi enviada para me ajudar a tocar em todo aquele que possa se identificar comigo e se sinta perdido como eu me sentia. Já fui muito aplaudida, elogiada e seguida quando por dentro era um ser infeliz e completamente vazio. Hoje, sou apenas alguém que quer melhorar, servir, tentar acertar. Se essa canção puder ajudar, ainda que seja uma única pessoa, já valeu a pena todo o esforço“, explicou.

A música foi lançada em três versões: rock, indie folk e acústica. “Na principal versão, a mistura musical inicia com rock e finaliza com Indie, deixando clara a transição pela qual eu passei. Quando, em desespero, cheirava cocaína era ao som de muito rock, principalmente o som do Marilyn Mason, em quem nos inspiramos para a introdução da música. O problema não estava no ritmo musical, mas ele era intenso como as sensações que eu buscava, por isso também escolhi essa versão para o clipe, em desenho animado. Depois que mudei de direção, descobri a paz, e como no ritmo acústico, consigo ouvir e admirar até o canto dos pássaros, coisa que antes não existia pra mim“, contou.

Para divulgar o novo trabalho, Andressa fez um ensaio no cemitério, lugar que segundo ela era bastante frequentado antes de entrar na igreja.

Fiz esse ensaio fotográfico no cemitério porque esse lugar expressa fielmente a pessoa que eu fui. Meu passado poderia ser representado por fotos sensuais ou em baladas, cercada de luzes e pessoas sorridentes, mas quando tudo isso passava e o holofote não estava mais em mim, era para o cemitério que eu ia. Um lugar sombrio, frio, silencioso, inóspito, mal-cheiroso, deserto… exatamente como eu me sentia por dentro. Era lá que eu buscava sossego, perambulava em busca de paz, depois de me drogar muito. Eu pensava que a única solução pra mim era a morte“, explicou.

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