Após derrotas para a Record, Globo troca Toma Lá, Dá Cá por Escolinha do Professor Raimundo

Toma Lá Dá Cá
Toma Lá, Dá Cá sai do ar na Globo após crescimento da Record (Imagem: Divulgação / Globo)

A exibição de Toma Lá, Dá Cá nas tardes de sábado da Globo não agradou os telespectadores. No último dia 26, por exemplo, a atração criada por Maria Carmem Barbosa e Miguel Falabella bateu recorde negativo de audiência e acabou perdendo para o Balanço Geral: 7,5 x 7,4.

No dia 19, a emissora de Edir Macedo também levou a melhor com o caso do serial killer Lázaro, ficando na liderança por 9,3 a 9,1.

Diante dos números, a Globo decidiu exibir os episódios da quarta, quinta e sexta temporadas da Escolinha do Professor Raimundo no lugar. Elas foram ao ar em 2018, 2019 e 2020, respectivamente.

A estreia de O Melhor da Escolinha do Professor Raimundo vai ao ar a partir do próximo dia 10 de julho, logo após o Jornal Hoje. A produção, que conta com diversos personagens criados por Chico Anysio, tem Bruno Mazzeo no papel do professor Raimundo Nonato.

“As pessoas me falam muito que sentem falta do programa. Meu pai sempre dizia que a Escolinha seria um sucesso em qualquer época que fosse exibida, então fico feliz que ela continue no ar”, celebrou o protagonista do humorístico.

Grandes mestres do nosso humor, nomes históricos, passaram pelo programa. Meu objetivo sempre foi fazer uma homenagem, tanto que no início eu pensei em fazer uma única temporada, mas a reação afetiva das pessoas foi tão grande que acabamos produzindo mais“, completou.

Otávio Müller, que faz Seu Baltazar da Rocha, ficou surpreso com a novidade. “Fiquei felicíssimo quando soube porque fizemos nossa última temporada no ano passado, nesse momento de pandemia, com toda a preocupação e tensão que vivemos, então esse retorno aos sábados vai ajudar a matar a saudade de estarmos juntos. Esse programa representa muito para mim e foi um grande desafio interpretar o personagem do Walter D’Ávila, ele sempre tinha um tiro nas suas falas. Era um grande comediante“, revelou.

Já Fabiana Karla comemorou o retorno da Escolinha e ainda relembrou que o projeto foi um dos seus grandes desafios profissionais.

“Quando fui convidada para o programa sabia que estava numa sala em que todo mundo ali foi escolhido a dedo. Fazer o papel que foi da Claudia Jimenez era uma grande responsabilidade, a vida toda eu fui comparada à Claudia, e recebia isso com muita alegria, mas também sabendo que precisaria comer bastante feijão com arroz para chegar ao nível dela. Acabei fazendo a Cacilda misturando o jeito dela com o meu, a Cacilda de antes era mais dengosa e a minha é mais acelerada, deu para chegar num lugar que a direção gostou sem perder a identidade genial que a Claudia criou”, explicou.

Da Redação
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