Após The Masked Singer, Jéssica Ellen fala sobre trajetória artística

Jéssica Ellen
Jéssica Ellen foi a Gata Espelhada no The Masked Singer (Imagem: Reprodução / Instagram)

Após conquistar fãs como a Camila de Amor de Mãe, Jessica Ellen encantou corações enquanto estava mascarada de Gata Espelhada, no The Masked Singer. Em conversa com a Quem, a artista falou sobre a participação no programa e sua trajetória na arte.

“Ter chegado à final foi uma das sensações mais gostosas dos últimos tempos. Quando eu entrei no programa, queria muito me divertir e mostrar mais a minha voz. Essas duas coisas aconteceram. E poder ter chegado à final sabendo que cantei no mesmo palco do que, nada mais nada menos do que Sandra de Sá (Girassol), Serjão Loroza (Astronauta), Mart’nália (Jacaré)… São artistas f**as com os quais me identifico muito e pelos quais tenho um respeito profundo”, disse a famosa, que completou:

“Além de todos os outros artistas, que são incríveis, esses, especificamente, são pessoas que assisto, que acompanho, então para mim foi uma honra muito grande ter chegado à final sabendo de todos esses talentos que passaram pela temporada”.

Ellen, que escolheu um repertório eclético para a atração, explicou: “Na verdade, eu quis me provocar e me desafiar e cantar coisas que não estou acostumada. Eu ouço música pop, amo Beyoncé, mas não tenho o costume de cantar essas músicas porque canto MPB”.

“Então quis também escolher músicas em inglês até para despistar as pessoas, já que a brincadeira do programa era, de fato, dificultar a revelação, surpreender as pessoas. A escolha do repertório foi pensando nisso, em como eu consigo disfarçar mais o meu traje e dificultar para as pessoas me descobrirem. A estratégia foi essa”, esclareceu.

Na conversa, Jéssica Ellen ainda falou sobre seu objetivo ao topar participar do The Masked Singer: “Eu, como uma boa geminiana, gosto de fazer muitas coisas, de me experimentar em lugares diferentes. Meu desejo era mostrar para as pessoas que também sou uma cantora, que tenho dois discos lançados, que lancei uma música nova recentemente. Sinto que as pessoas têm dificuldade de entender que somos diversos, complexos e que podemos ser mais de uma coisa”.

“Nossa sociedade coloca as pessoas em caixinhas: ‘Jéssica é uma atriz que chora, então ela é uma atriz de drama’. Não! Sou atriz, bailarina, cantora, apresentadora, gosto de me desafiar. A arte, de forma geral, sempre vai estar na minha vida. Sempre. Comecei dançando aos 10 anos e depois, aos 13, fiz teatro. Aos 16 que tive contato com a música. Então não tem como escolher uma coisa ou outra. É claro que não dá para fazer tudo ao mesmo tempo, mas gosto de me experimentar nesses lugares”, pontuou.

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Da Redação
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