Ator mirim de Império cresce e atiça seguidores com fotos provocantes

Yago Machado
Yago Machado faz sucesso na web; ator está no ar na reprise de Império (Imagem: Reprodução – Globo – Instagram / Montagem)

Passaram-se sete anos desde a estreia de Império, na Globo, e muita coisa mudou na vida dos atores da trama, seja pessoal, profissional ou até na aparência. Um grande exemplo disso é o ex-ator mirim Yago Machado, que deu vida a Luciano no folhetim.

Atualmente com 20 anos, o jovem, que na obra de Aguinaldo Silva encantou a travesti Xana, vivida por Ailton Graça, vem arrancando suspiros dos seguidores, principalmente com as fotos provocantes – na maioria das vezes com pouca roupa.

Bissexual assumido, ele recebe elogios de todos os públicos. E, claro, não se incomoda com isso. Apesar de estar namorando uma mulher, ele brinca quando recebe alguma cantada dos fãs.

Numa foto recente, na qual aparece bem estiloso, um internauta não poupou elogios. “Que lindo, cheiroso, gato, gostoso, delícia da internet”, escreveu. Aos risos, o artista respondeu: “Não resisto a tanto encanto, seu perfeito”.

Fazendo faculdade de Matemática na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, com um corpo escultural, ele também faz sucesso na internet como muso fitness. No mundo artístico, o bonitão também trabalha como dublador. Um dos seus trabalhos mais conhecidos na área foi quando deu voz ao Darwin, de O Incrível Mundo de Gumball, exibido pela Cartoon Network entre 2011 e 2020.

Cabe lembrar que, antes do folhetim das nove, Yago já tinha feito os papéis de Huguinho em Escrito nas Estrelas (2010), Flavinho em Malhação (2011) e Hassan em Salve Jorge (2012).

Em entrevista recente ao UOL, o jovem galã falou sobre o assédio dos seguidores e destacou sobre sua bissexualidade, que acaba sendo contestada, já que hoje tem um relacionamento com alguém do sexo oposto. “A galera acha que eu fingi que era bi. Isso não existe“, ressaltou. “Tem pessoas que querem medir o quão bi eu sou. Falam que sou ‘bi de festinha’“, completou.

Para Machado, muito desse preconceito vem de dentro da própria comunidade LGBTQIA+. “Acho legal ter nome por questão de representatividade, mas a partir do momento que virou uma espécie de medida, eu acho chato. Você começa a discriminar no lugar de representar. É uma questão que muita gente reclama. Ninguém é igual. A ideia seria a gente se unir, se acolher, mas fica um querendo medir e discriminar o outro, sendo que a gente só deveria aceitar o jeito que cada um é“, desabafou.

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