Éramos Seis
A autora Angela Chaves contou sobre como se sentiu ao escrever a morte de Carlos (Danilo Mesquita) em Éramos Seis (Imagem: Raquel Cunha / Globo)

Não é só o público que está sentido com a morte de Carlos (Danilo Mesquita) em Éramos Seis. A autora da novela, Angela Chaves, revelou ter sofrido muito ao escrever a cena da despedida do filho de Lola (Glória Pires), exibida na última sexta-feira (7).

A escritora contou, em entrevista ao site da jornalista Patrícia Kogut, que está sofrendo com uma grande pressão por parte dos fãs do folhetim, que pedem nas redes sociais, para que o personagem continue na trama.

“Quando fui escrever, eu chorava, fiquei arrasada. Foi difícil até para mim assumir essa morte. Apesar da rigidez do personagem, é o filho da Lola que eu mais adoro. Mas é importante para a história”, explicou ela.

Alguns chegaram a fazer um abaixo-assinado para que tanto a escritora quanto a direção voltassem atrás na decisão, porém, ela resolveu manter a versão original escrita por Sílvio de Abreu e Rubens Ewald Filho, veiculada pelo SBT, originalmente, em 1994.

“É necessária para contar a história dessa família, por mais querido que seja o personagem, por mais injusta que seja a situação e por mais que doa mantê-la [a morte] nesta versão[…] a tragédia transforma a vida dos irmãos e da mãe”, afirmou.

Angela ainda acrescentou que da forma que a morte ocorreu foi por Carlos está na hora e no local errados. A cena se tornou um dos momentos de maior impacto de toda a novela.

A título de curiosidade, no livro homônimo de Maria José Dupré que inspirou a novela, o personagem morre mais velho, vítima de uma úlcera, como o pai, Júlio, diferente da versão da Globo, que assim como na do SBT, o rapaz morre jovem em meio a uma manifestação contra o governo de Getúlio Vargas.

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