Bolsonaro
Jair Bolsonaro, ministro Luiz Eduardo Ramos e Regina Duarte (Imagem: Reprodução / Facebook)

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sentiu os primeiros reflexos do “sim” de Regina Duarte para o comando da Secretaria Especial de Cultura. Não só ele, mas os aliados do governo viram os primeiros sinais positivos desde a chegada oficial da atriz ao governo.

Eles perceberam a mudança favorável ao governo com a reunião dos mais de 50 sertanejos no Palácio do Planalto. O entendimento foi que Regina ajudará a classe artística de direita a sair “do armário”, segundo o jornal O Estado de S. Paulo.

Em Brasília, os bolsonaristas apontaram o ministro Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria de Governo, o padrinho do “casamento” entre Bolsonaro e Regina Duarte.

Antes do convite ser aceito, a famosa trabalhou nas sombras em uma reunião com o humorista Dedé Santana, no Rio. Curiosamente, ele esteve no Palácio ao lado de Bolsonaro e dos demais artistas.

O evento também foi marcado por um protesto da esquerda, que desprezou o fato dos cantores apoiarem publicamente o governo. A afirmação comum era de que, historicamente, os sertanejos são os primeiros que apoiam o governo, mas também os primeiros a sair do barco, assim como fizeram com os ex-presidentes Collor e Lula.

No evento, os cantores entregaram uma carta ao presidente o colocando como “um governante que trabalha em prol de seu povo”. Ao todo, 56 artistas estiveram presentes no evento, entre eles as duplas Bruno & Marrone e César Menotti & Fabiano.

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