Bruaca em Pantanal, Isabel Teixeira abre o jogo sobre anos de carreira longe da TV

Isabel Teixeira
Isabel Teixeira ainda falou sobre o carinho do público com sua personagem (Imagem: Reprodução / Globo)

Trabalhando como atriz há 38 anos, Isabel Teixeira só fez sucesso na TV agora em 2022, como a Maria Bruaca em Pantanal. No entanto, ao contrário do que se pode imaginar, a artista garantiu que não achou que demorou para que isso acontecesse.

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Meu pai falava que tudo tem seu tempo. Pra mim o tempo passa rápido também“, disse a famosa, em conversa com a revista Caras.

“Meu filho nasceu outro dia, está com 18 anos, indo embora de casa. Para eu elaborar e aceitar isso, precisei de um choque“, confessou.

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Questionada se houve falta de oportunidade, Isabel Teixeira explicou: “Quando me formei na Escola de Arte Dramática, fui fazendo uma peça atrás da outra. Eu vivi de teatro todos esses anos, sendo que sou arrimo de família”.

“Eu estava sempre com quatro, cinco empregos. Eu dirijo, escrevo, atuo, dou aula. Então acho que, pra mim, não veio tarde, veio na hora que tinha que vir“, declarou a intérprete de Bruaca.

Eu sempre senti como se a minha vida estivesse começando com 20 anos, com 30, com 40 e agora com 50. E ainda tem tanta coisa pra fazer… É tão legal estar vivo”, celebrou.

Isabel Teixeira fala sobre personagem em Pantanal

Interpretando uma personagem muito querida pelos fãs da atual novela das 21h, a atriz opinou sobre a razão da Bruaca mexer tanto com o público.

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Eu tenho várias teorias, mas acho que tem uma coisa de torcida pra ela mudar. Quando a gente está numa situação e sabe que não está bom, é tão difícil mudar”, pontuou.

“Dar o primeiro passo da mudança requer muita coragem ou um empurrão, como foi o que aconteceu com a Maria Bruaca. Porque aquela descoberta que o Tenório (Murilo Benício) tinha outra família foi um empurrão”, analisou.

“É tão fácil ver o outro, mas é difícil ver a nós mesmos, porque a gente tem que se conhecer muito. É um autoconhecimento que a gente precisa ter e parar de viver em relação à outra pessoa”, emendou.

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Isabel afirmou que houve uma torcida grande para que a personagem reagisse: “Eu acho que o País se identifica com a personagem, quer mudança e não sabe ao certo como fazer isso”.

“Estou falando muito no geral, porque claro que tem o reconhecimento do abuso. Então, tem essa identificação do tipo: ‘Chega! É hora de a gente nomear e falar não!'”, finalizou.

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