Cauã Reymond e Minotauro participaram de "Conversa com Bial"
Cauã Reymond e Minotauro participaram de “Conversa com Bial” (Imagem: Reprodução / Globo)

Cauã Reymond e Minotauro estiveram nesta quarta-feira (5) no “Conversa com Bial”. O que pouca gente sabe, é que o ator tem muito em comum com ex-atleta e atual embaixador do UFC. Isso porque, na adolescência, Cauã lutou jiu-jitsu e judô e pensou em ser atleta.

“Cheguei a dar aula em Nova York, quando eu estava estudando para ser ator. Ganhei uma bolsa de estudos. Eu era faixa marrom e peguei a faixa preta com 22 anos. Fui campeão norte-americano nessa época. Ganhei um cinturão e lutava em inglês”, contou o galã.

O artista ainda lembrou que nas semanas de competição, fazia jejum de sexo. “Eu tive a sorte de ter um ótimo professor, um cara muito rígido. Eu era muito centrado. Tinha uma coisa que a gente não namorava uma semana antes de competir. Aos 15 anos não sei se precisava, mas eu fazia. O Gracie fazia, eu fazia também. Se me falasse alguma coisa eu ia fazer igual”, recordou.

Minotauro também lembrou da época que tinha que fazer o mesmo. “Fazia um jejum de uma semana básico. Em uma luta importante no Japão, eu virava um monge. Tinha uma namorada e eu me escondia . Ela era bonitona e tocava lá em casa e eu fingia que não estava. Entrando na quarta semana ela foi me levar no aeroporto, e acabei com jejum”, contou, arrancando risadas da plateia.

Apaixonados pela luta, os dois ressaltaram o que é essencial no esporte. “O mais importante é o coração. Tem gente que é tecnicamente superior, mas não tem coração, queixo, alma de lutador. É inferior ao cara que não tem tanta técnica e tem coração de lutador”, opinou Reymond.

O global disse que nas horas livres reúne atletas em sua casa. “Ando apaixonado pelo boxe e fico com dó de ver tantos atletas talentosos sem dinheiro e sem apoio. Todo domingo na minha casa, convido jovens atletas, amigos, colegas, às 11 da manhã. Fazemos uma troca de experiência. O esporte me deu respeito pela hierarquia, pela experiência, sabedoria. O Instagram valoriza muito a juventude e não o conhecimento. Acho muito importante pegar um cara como o Minotauro, que está orientando jovens campeões e mostrando como foi o caminho”.

O ex-atleta, que também ajuda jovens de comunidades, falou sobre o Instituto Irmãos Nogueira. “A gente trabalha com 1300 crianças nas comunidades do Rio de Janeiro, são oito comunidades. O objetivo é transformar a disciplina das crianças, socializar as que não têm acesso as artes marciais e muitas vezes a educação. A gente consegue com convênio a alimentação das crianças. Eles ficam três horas e fazem três tipos de artes marciais diferentes. Quando dá 55 minutos de aula a gente usa os últimos 5 minutos para o que chamamos de momento do mestre. Nesse tempo, a gente puxa temas de superação e sempre elogia para dar autoestima aos garotos”, afirmou.

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