Chamado de “homem perfeito”, Rodrigo Hilbert revela defeito após acidente

Rodrigo Hilbert
Rodrigo Hilbert revela segredo durante entrevista (Imagem: Reprodução / Instagram)

Rodrigo Hilbert contou uma história curiosa sobre um acidente na adolescência que quase o fez perder o dedo. O seu depoimento foi contado em detalhes durante o programa Que História É Essa, Porchat?, no GNT. Após o acidente, ele recebeu a ajuda de um casal que estava transando dentro do carro na beira da estrada.

Quando tinha 16 anos, Rodrigo estava disposto a entrar num baile na cidade de Urussanga, em Santa Catarina, mas não tinha dinheiro. Pegou carona, entrou de penetra, mas acabou barrado. Ele teve a brilhante ideia de subir na mureta de uma ponte e pular pelo muro do clube. Ele errou, caiu numa casa vizinha e, quando tentou voltar, sentiu a mão esquerda e caiu num rio.

“Eu senti um rasguinho na palma da mão, chegando no dedo indicador, e pensei: ‘Ai, agora ferrou’. Rasgou a mão, cortou até a ponta do dedo, eu não acertei a mureta da ponte e caí dentro do rio”, recordou a Fábio Porchat. “Era um rio de cidade, desembocava muito esgoto ali dentro. Comecei a gritar: ‘Minha mão, pelo amor de Deus, alguém me ajuda, perdi minha mão'”, exaltou na hora.

O então futuro marido de Fernanda Lima conseguiu sair do rio e viu um carro de longe. Dentro, um casal em momento íntimo. “Me levaram pro hospital, me largaram na emergência, e nunca mais vi”, afirmou.

O problema não parou naquela noite. Três dias depois, Rodrigo percebeu que o dedo estava com cheiro de podre. “Comecei a sentir um cheirinho ruim, de podre. Eu fui perceber que o cheiro estava vindo da minha mão. Toda a parte que o cara costurou do meu dedo apodreceu”, contou.

“Fui para o hospital, o médico era meu tio, e ele falou: ‘A gente vai ter que arrancar essa pele morta do teu dedo. A anestesia não vai pegar porque tá muito inflamado, vamos ter que fazer sem anestesia'”, disse. “Foi uma tragédia”, confessou.

Rodrigo Hilbert foi segurado por dois enfermeiros e pela mãe enquanto o tio arrancava a pele podre com o bisturi. “Essa é a história do dedo torto e podre, que hoje em dia quando aponto algum lugar a pessoa não sabe se é pra frente ou para o lado”, finalizou.

Paulo Carvalho
Paulo Carvalho acompanha o mundo da TV desde 2009. Radialista formado e jornalista por profissão, há cinco anos escreve para sites. Está no RD1 como repórter. Pode ser encontrado nas redes sociais no @pcsilvaTV ou pelo email [email protected].
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