Dinho Ouro Preto desabafa sobre excesso de drogas e inseguranças na carreira

Dinho Ouro Preto
Dinho Ouro Preto falou sobre as inseguranças na carreira (Imagem: Reprodução / YouTube)

Dinho Ouro Preto voltou a lembrar de momentos delicados da sua vida e também da carreira. O líder da Capital Inicial abriu o jogo sobre a relação que teve com as drogas e como ficou fora do eixo durante um período em sua vida.

Aos 57 anos, o roqueiro garantiu que foi um homem de excessos e citou álcool e cocaína como seus vícios. “Muito excesso, muita droga e muita acabação”, declarou ele no Podpah.

“Talvez a frustração de eu saber das minhas próprias limitações, tenha me levado a tentar afogar as minhas mágoas, tentar… Uma anestesia quase“, afirmou o famoso. “As drogas estavam ligadas à minha percepção de mim mesmo, noção das minhas próprias limitações”, completou.

O cantor ainda lembrou de quando saiu da Capital Inicial em 1993 e que o consumo excessivo de drogas chegou ao auge nessa época. “Desci ao inferno. Fiquei nessa loucura uns três ou quatro anos. É incrível eu ter sobrevivido”, destacou Dinho Ouro Preto.

Segundo ele, a situação mudou. “Um pouco depois disso eu conheço a minha mulher, que é a minha mulher até hoje. Ela foi a minha salvação. E a partir dali, começo a reconstruir a minha vida do jeito que ela é hoje”, finalizou.

No ano passado, em uma entrevista no Encontro com Fátima Bernardes, o vocalista da banda Capital Inicial revelou que tinha um “amor platônico” por Bruna Lombardi e Rita Lee.

“Vários, vários. Eu vivia apaixonado pelas pessoas“, confessou o cantor. “Olha, quando eu era moleque eu lembro de ter uma fixação com a Bruna Lombardi. Eu achava ela, juro, nossa, eu achava ela maravilhosa, eu achava ela uma figura quase maior que uma vida, como se ela não existisse de verdade, como se fosse uma invenção, coisa da minha imaginação“, acrescentou o músico.

A própria Fátima Bernardes entrou no jogo; confessou seus próprios devaneios, especialmente nos seus tempos de estudante. “Ninguém olhava para mim, então tive vários amores platônicos na época de escola“, disse a apresentadora, que ainda acrescentou: “Várias pessoas que eu já namorei, as pessoas nem souberam, mas elas nem eram famosas. Eu era muito a última da turma“.

A jornalista também confessou que, em sua juventude, se derretia platonicamente por Rob Lowe, ao passo em que Dinho se perdia, platonicamente, em suas fantasias sobre Rita Lee. “Isso eu tô falando de moleque, tá? Eu devia ter 16, 17 anos, quando eu era muito moleque, eu via essas mulheres e achava… Porque depois os anos foram passando e os crushes foram mudando“, explicou.

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Luiz Fábio Almeida
Luiz Fábio Almeida é jornalista, produtor multimídia e um apaixonado pelo que acontece na televisão. É redator e colunista do RD1. Está nas redes sociais no @luizfabio_ca e também pode ser encontrado através do email [email protected]
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