Dono de time da NFL e da Premier League abre o cofre e adquire fatia de equipe da Fórmula 1

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Fórmula 1 na Globo (Imagem: Divulgação / Ferrari)

O empresário norte-americano Woody Johnson ampliou seu portfólio esportivo ao comprar uma participação minoritária na equipe Aston Martin de Fórmula 1.

Dono do New York Jets, da NFL, e acionista do Crystal Palace, da Premier League, ele também passa a integrar o Conselho de Administração da escuderia como vice-presidente.

O acordo foi anunciado pela Aston Martin antes do GP da Holanda. O valor pago e o percentual adquirido na equipe de F1 não foram divulgados.

Quem é Woody Johnson e quais times ele controla na Fórmula 1?

Robert Wood Johnson, conhecido como Woody Johnson, é um empresário bilionário norte-americano e ex-embaixador dos Estados Unidos no Reino Unido.

No esporte, seu ativo mais conhecido é o New York Jets, franquia da NFL comprada por ele em 2000.

Johnson também possui participação próxima de 43% no Crystal Palace.

Agora, acrescenta a Aston Martin ao conjunto de investimentos e passa a atuar em três mercados esportivos de grande alcance internacional: futebol americano, futebol e Fórmula 1.

Propriedade esportiva Participação
New York Jets Proprietário
Crystal Palace Cerca de 43%
Aston Martin F1 Participação minoritária não divulgada

Qual será o papel do novo sócio na Aston Martin?

Johnson entra imediatamente no Conselho como vice-presidente, com foco principalmente no crescimento comercial da equipe.

A expansão nos Estados Unidos aparece como uma das prioridades da nova parceria. Apesar do cargo, ele não assumirá a gestão cotidiana da escuderia.

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O controle acionário e a presidência executiva continuam com Lawrence Stroll, pai do piloto Lance Stroll.

A Aston Martin aposta na rede de contatos e na experiência de Johnson no mercado esportivo para abrir novas oportunidades comerciais, atrair parceiros e fortalecer a marca em um país que ganhou importância crescente para a Fórmula 1.

A equipe entende que essa conexão pode aproximar patrocinadores e torcedores norte-americanos sem alterar a estrutura operacional comandada por Stroll.

Por que a Fórmula 1 virou mais um alvo do bilionário?

A entrada ocorre em um momento de forte expansão comercial da categoria nos Estados Unidos, que recebe três etapas no calendário e se tornou um dos mercados estratégicos da F1.

Johnson já afirmou que desenvolveu admiração pela história da Aston Martin durante o período em que atuou como embaixador no Reino Unido.

Ele também destacou a visão de Lawrence Stroll e o objetivo de ajudar a organização a competir no mais alto nível.

Para a Aston Martin, a chegada de um investidor com ativos na NFL e na Premier League amplia conexões entre grandes propriedades esportivas.

Para Johnson, representa uma nova frente em um setor no qual audiência global, patrocínios e eventos premium vêm elevando o valor comercial das equipes.

 

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mariaclara

Maria Clara é jornalista formada pela Universidade Federal de Pernambuco. Passei por redações de jornais produzindo notícias para os portais, fiz gerenciamento de redes e já fui a campo como repórter de rua em emissoras de televisão aberta. Instagram: @clarajordao_