Em ano eleitoral, Ana Maria Braga explica por que não fala de política

Ana Maria Braga
Ana Maria Braga faz protesto contra a alta do preço do tomate (Imagem: Reprodução / Globo)

Ana Maria Braga nunca deixou de lado seus posicionamentos na TV, mas nunca falou abertamente sobre política, com citação direta aos líderes do país e, recentemente, não abriu a boca sobre qualquer opinião a respeito da polarização Lula x Bolsonaro.

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A comunicadora, no entanto, já esteve envolvida indiretamente com a política brasileira. No início da década de 1970, ela trabalhou como assessoria de imprensa de Sylvia Maluf, na época em que Paulo Maluf era prefeito de São Paulo. Depois de 1977, quando estreou na TV, ela se afastou do ramo.

A única vez em que manifestou publicamente sua opinião política foi em 1998, quando declarou seu voto em Fernando Henrique Cardoso numa entrevista a Marília Gabriela. De lá para cá, nunca mais.

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“Eu disse que votaria no FHC porque eu acreditava nele —e acredito até hoje. Mas não tiro fotos nem vou a festas com políticos. Não é medo de incomodar, porque tem muita gente que se expõe e continua fazendo sucesso, acertando ou não”, comentou em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo.

“É que os políticos prometem coisas que não tenho certeza se vão cumprir”, explicou. “Não coloco minha credibilidade em risco. Se eu falar, as pessoas acreditam, e nisso posso levar muita gente a quebrar a cara comigo”, esclareceu.

Ana Maria Braga explica manifestações no Mais Você

Ana Maria Braga virou febre no país com protestos ao vivo. Em 2014, causou quando vestiu um colar feito de tomates por causa da alta do preço do alimento, assim como fez com colares de arroz, cenoura e remédios, além de uma bolsa de botijão de gás, tudo no governo atual.

“O Louro sempre foi um alter ego meu para isso. Às vezes, a gente via tanta palhaçada no Bom Dia Brasil que o Louro entrava com um nariz de palhaço”, entregou.

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“A gente não dizia absolutamente nada, mas, como vínhamos depois do jornal, todo mundo entendia. É uma forma subliminar e irreverente de você dizer ‘put* que o pariu, que merda está acontecendo?’. Os colares são uma crítica independentemente do político ou do partido”, adiantou.

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