Fábio Pannunzio
Fábio Pannunzio detona atitude de Luciano Hang (Imagem: Reprodução / Band)

Fábio Pannunzio não poupou críticas contra o empresário Luciano Hang e sua decisão contra a Globo de interromper as campanhas publicitárias das Lojas Havan na programação nacional do canal.

O ex-Band deixou claro o seu repúdio ao empresário famoso, conhecido por apoiar cegamente o governo e o presidente da República Jair Bolsonaro (PSL).

“O texto da nota do Véio da Havan é chulo do estilo à gramática”, alfinetou o jornalista, que deu um exemplo usando um trecho da declaração. “Repare na frase que abre o segundo parágrafo: ‘Enquanto esses programas irem contra…'”.

Para ele, a decisão de Luciano foi uma grande estupidez. “O fim das campanhas vai impactar mais as vendas da Havan do que o faturamento da Globo”, apostou.

A jogada de marketing do empresário, conhecido na web como o “Véio da Havan”, não foi radical como muitos esperavam. A propaganda na programação nacional para, mas as campanhas nas afiliadas da Globo continuam.

Segundo Hang, a decisão por manter nas afiliadas do Sul do país só foi possível porque as emissoras de lá “ainda informam a sociedade de forma mais isenta e conservadora”.

Confira:

Fábio Pannunzio expõe secretário de Bolsonaro

O jornalista Fábio Pannunzio se envolveu em uma polêmica com o chefe da Secom (Secretaria de Comunicação Social) do governo de Jair Bolsonaro, Fabio Wajngarten, no Twitter, e pediu demissão da Band logo em seguida.

Imediatamente, o público começou a achar que uma coisa tinha a ver com a outra, mas a situação foi negada pelo ex-apresentador do “Jornal da Noite”. Em seu perfil no Twitter, o profissional ainda aproveitou para criticar o governo.

Segundo ele, Wajngarten enviava inúmeros pedidos à direção da Band, solicitando a cabeça de jornalistas, mas as mensagens viravam piada na redação da emissora e nunca foram levadas em consideração pelos superiores.

“Gente, sinto muito decepcioná-los, mas a minha demissão na Band estava definida há cerca de um mês. Esse Fábio jamais teria força para provocar minha demissão. Ao contrário. Os tuítes que ele enviava para os meus chefes eram motivo de chacota na redação”, expôs.

A polêmica, vale lembrar, teve início quando o secretário de Bolsonaro criticou, em seu perfil no Twitter, o estudo da Datafolha, que divulgava o aumento na reprovação ao governo Bolsonaro.

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