Ex-BBB Mahmoud Baydoun abre o jogo sobre dicas de educação sexual na web

Mahmoud Baydoun
Mahmoud Baydoun fala sobre sucesso após BBB (Imagem: Reprodução / Instagram)

Mahmoud Baydoun ficou conhecido após sua participação na décima oitava edição do BBB. Mas seu sucesso permaneceu após o sexólogo decidir que abordaria pautas sobre educação sexual nas suas redes sociais. Atualmente com mais de 3 milhões de seguidores, o jovem afirma que o seu Instagram é como uma escola do sexo.

Não me vejo como blogueiro, mas, querendo ou não, eu sou. Mas me vejo como sexólogo. Meu Instagram é uma escola pública de sexo. É um lugar onde as pessoas vão ter acesso à informação sexual de forma divertida porque a informação não precisa ser chata. Sempre fui um professor engraçado, desde quando eu dava aula de inglês. Para mim, a gente consegue ensinar muito com humor. Muito mais do que de outras formas“, argumentou em entrevista à revista Quem.

Conciliando as redes sociais com a UFSexo (Universidade Fuderal do Sexo), projeto criado por ele que oferece cursos online (um deles é o “Como Ser Puta na Cama”) e os atendimentos psicológicos, Mahmoud confessou que está no “caminho para ficar rico”.

Minha vida mudou bastante, principalmente depois que lancei a UFSexo. Minha situação financeira melhorou 400%. Hoje vivo apenas de sexologia. Tenho três fontes de renda: o curso on-line, as minhas propagandas, as publicidades que só faço de marcas relacionadas a sexo, e também atendo no máximo dez pessoas por semana. Gosto e acho bom para manter a minha prática como sexólogo. Ainda não cheguei a um milhão de reais, mas vou chegar. Digamos que estou no caminho“, contou ele, que mora em um apartamento alugado em Maringá, no Paraná. “Estou pensando em comprar um apê, mas os financial coaches (risos) falaram que não vale a pena comprar, mas investir. Mas estou muito feliz e satisfeito“, explicou.

Ao ser questionado sobre como se sente ao contribuir para a vida sexual de muitas pessoas, o ex-BBB enfatizou: “Me sinto muito orgulhoso e realizado porque tenho o privilégio de trabalhar com o que gosto, sinto que não estou trabalhando. É um trabalho que amo fazer. É óbvio que tem os ossos do ofício. Tem uma galera que reclama e diz que vou para o inferno, que estou depreciando a sociedade, que tenho que tomar cuidado porque tem criança no Instagram. Tem outra galera que acha que ensino as mulheres só a dar prazer ao homem, sendo que: ‘gente, ensino a chupar rola não porque os homens sentem prazer quando a gente chupa a rola deles. Ensino porque, por exemplo, sou gay e gosto de chupar rola'”, pontuou.

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