Fernanda Lima relembra dificuldade para ficar com Rodrigo Hilbert e revela detalhes

Fernanda Lima conta detalhes sobre início de namoro com Rodrigo Hilbert (Imagem: Reprodução / Instagram)

Quem vê Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert juntos hoje, não imagina a dificuldade que foi para o engatar um romance. Durante entrevista ao podcast Calcinha Larga, a apresentadora relembrou o início de namoro com marido e contou alguns detalhes sobre a primeira vez que ficaram juntos.

Segundo a global, o primeiro flerte aconteceu no aniversário do diretor Antonio Amâncio, que era amigo em comum de ambos.

[…] Passou um ano (após eles terem se visto rapidamente pela primeira vez), aí fui para o Rio para um aniversário do Antonio na praia, para uma festa surpresa que tinha para ele. Aí cheguei à festa. Eu já sabia que ele ia estar lá, ele sabia que eu ia estar… Daí cheguei, a gente se olhou e (pensou): ‘É hoje!’ Lembro que a gente ficou na beira da praia, já era para ter rolado alguma coisa, mas tinha muita gente empatando, a gente morrendo de vergonha”, começou Fernanda.

Apesar de estar tudo aparentemente ajustado, um empecilho surgiu durante a festa:

“Tinha um aluno do Antonio que era mágico. O (Gabriel) Louchard. Esse menino era uma criança e ficou fazendo mágica ali na beira da praia para a gente. Chegou uma hora que ficamos só eu, Rodrigo e ele. E ele continuou fazendo mágica. Eu estava assim: ‘Caraca… Esse cara não vai embora?’. Ele não ia, não ia, não ia. Tanto ele não ia, a gente estava sentado na areia, e o Rodrigo começou a caminhar e foi me cercando com os pés. Como se dissesse assim: ‘Vamos seguir na mágica mas estamos quase encaminhados'”.

Após muito tempo, o jovem ator, que chegou a atuar em Rock Story e Salve Jorge, foi vencido pelo cansaço e decidiu ir embora.

Eu nunca me esqueci porque sempre que vejo ele, o nome dele, eu falo: “Ah! Aquele guri”. Não sei se ele é amigo da Tatá (Werneck). Não sei se ele sabe disso, mas se eu contar ele lembra. Aí a gente ficou essa noite, com tudo o que tinha direito. Aí no outro dia a gente dormiu na casa de um amigo meu, que era na Praça General Osório, e ele morava do outro lado da praça. Aí ele falou: ‘Vamos lá em casa?’. A gente desceu, de manhã, assim, fomos atravessar a praça, e ele pegou minha mão”, relembrou a mãe de João, Francisco e Maria Manoela, que percebeu, na época, que aquele era o cara certo:

A gente atravessou a praça de mãos dadas. Nesse trajeto eu pensei: ‘É isso’. Achei fo*** num primeiro ficar ele pegar minha mão, num mundo que não estava nem aí para nada, que as pessoas não tinham compromisso nenhum… Me pareceu que ele queria compromisso e eu também queria”.

Elson BarbosaElson Barbosa
Jornalista, especialista em Comunicação Organizacional, apaixonado por café, crônicas e um bom papo. Encantado pelo entretenimento e pela possibilidade de contar e conhecer várias histórias ao mesmo tempo.
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