Uma das filhas do lendário Silvio Santos, a apresentadora e empresária Silvia Abravanel, foi recentemente sondada para uma possível candidatura à Presidência da República em 2026.
Diante da forte articulação do PSD para lançar o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, em uma chapa pura na corrida pela Presidência da República, o nome da apresentadora ganhou força para ocupar vaga de vice.
A comandante do Sábado Animado no SBT se filou recentemente ao partido comandado por Gilberto Kassab com o objetivo inicial de disputar uma vaga como deputada federal por São Paulo.
Por que o nome de Silvia Abravanel ganhou força no PSD?
A tese de uma “chapa puro sangue” (composta apenas por membros do próprio PSD) abriu espaço para análises pragmáticas sobre o potencial eleitoral de Silvia.
A escolha da apresentadora é vista por analistas políticos do partido como uma jogada de mestre por três motivos principais:
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Apelo Popular: Silvia possui altíssima popularidade e carinho entre o eleitorado das classes C, D e E, que formam o público-alvo histórico do SBT.
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Suavização da Imagem: A figura da apresentadora infantil ajudaria a quebrar a imagem “mão pesada” de Caiado, fortemente associado à segurança pública rígida e aos grandes produtores do agronegócio.
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Alcance Nacional: Silvia transita com facilidade em nichos e regiões onde nem Ronaldo Caiado e nem os caciques institucionais do partido possuem forte penetração.
Tempo de TV e disputa de bastidores contra Gilberto Kassab
Apesar do entusiasmo do grupo mais pragmático do PSD, a indicação de Silvia Abravanel não é um consenso absoluto e enfrenta desafios estratégicos.
O primeiro ponto é o tempo de propaganda eleitoral. O PSD detém cerca de um minuto no rádio e na televisão. Parte dos aliados defende que selar alianças com outros partidos na vaga de vice seria fundamental para angariar segundos preciosos de exposição.
Além disso, a ala mais institucional da legenda prefere um nome puramente político para compor a chapa com o ex-governador goiano, colocando o próprio presidente nacional da sigla como alternativa de peso na mesa de negociações.
Maria Clara é jornalista formada pela Universidade Federal de Pernambuco. Passei por redações de jornais produzindo notícias para os portais, fiz gerenciamento de redes e já fui a campo como repórter de rua em emissoras de televisão aberta. Instagram: @clarajordao_
