Geisy Arruda
Geisy Arruda conta que estava excitada quando escreveu livro e faz revelações (Imagem: Reprodução / Instagram)

Geisy Arruda ficou conhecida em 2009 por conta de um polêmico — e sensual — vestido rosa-choque e foi hostilizada na faculdade que estudava. Dez anos depois, sofre uma espécie de linchamento virtual por ser bem franca ao discutir sobre sexo, principalmente depois que passou a escrever sobre isso.

A personalidade da mídia se aventurou na literatura erótica, escrevendo seu primeiro livro de contos, de nome “O Prazer da Vingança”. O livro tem fotos exclusivas e onze contos para aguçar a imaginação do leitor e está previsto para ser lançado virtualmente no dia 5 de dezembro.

Em entrevista para a UOL, a modelo resumiu como interpreta o sexo como tema: “Quando se fala de sexo no Brasil, as pessoas no geral são muito reprimidas e preconceituosas. Algumas mulheres pensam em sexo como reprodução. É como se o sexo fosse só papai e mamãe. As pessoas limitam o sexo de maneira tão cruel. Como se fosse algo banal. Sexo para mim é uma arte“.

Eu gosto de sexo. E acho muito mais fácil trabalhar com o que se gosta. Sempre falei de sexo em rodas de amigos, com os ‘crushs’, e na internet já levantava questões sobre sexualidade“, continuou Geisy Arruda, evidenciando sua facilidade ao falar sobre sexo.

A beldade surpreendeu ao contar que escrevia o livro excitada: “O meu termômetro para saber se estava bom era esse. Testei todos os contos comigo e todos foram aprovados. Assistia a muitos vídeos eróticos enquanto escrevia. Lia comentários dos vídeos e me alimentava muito disso. Eu via as pessoas transando enquanto escrevia. Adoro vídeo pornô“.

Denotando toda essa experiência, naturalmente as pessoas ficam curiosas de saber quanto tem de Geisy, como pessoa, em tais contos. Ela explicou: “A maioria é inspirado em fatos reais. As pessoas não vão saber o que eu fiz e o que foi só a minha personagem. Os contos verídicos são exatamente como aconteceram. Sexo na Web, por exemplo, é um conto verídico. Sexo Lésbico também é verídico, só muda o motivo do sexo“.

Ainda sobre sexo, expôs o que a fez se aceitar como mulher: “Antes eu tinha muita vergonha de sexo. Depois da minha ninfoplastia, a cirurgia íntima, a minha vida mudou. De todas as cirurgias que eu fiz foi a que me tornou mais feliz. Comecei a explorar mais o meu corpo e a minha sexualidade. Posso dizer que eu me libertei. Foi quando comecei a gostar e a ter muito orgulho da minha ‘Larissinha’, que eu prefiro chamar de Geisynha“.

Apesar de seu jeito desinibido, ela se nega a revelar sua maior rebeldia sexual, explica o porquê e como driblou isso: “Às vezes é um desgaste que é como jogar pérola aos porcos. É abrir a sua vida para pessoas que têm muito preconceito. O livro é uma licença poética e uma forma de desabafo também“.

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