A 98ª edição do Oscar, o maior prêmio do cinema mundial, já tem data e emissora confirmadas para o Brasil. A Globo anunciou que transmitirá a cerimônia do Oscar 2026, que acontecerá no dia 15 de março.

Os fãs de cinema poderão acompanhar tudo ao vivo, incluindo a emoção do tapete vermelho e a entrega das estatuetas, diretamente do Teatro Dolby, em Los Angeles, nos Estados Unidos.
Cobertura especial da Globo
A transmissão da premiação, que tradicionalmente acontece após o programa “Fantástico”, contará com um time de peso.
Maria Beltrão será a apresentadora principal, com a participação especial de Dira Paes e os comentários de Waldemar Dalenogare.
Para garantir que ninguém perca nenhum detalhe, haverá tradução simultânea de Anna Viana. A Globo também promete uma cobertura especial com repórteres no tapete vermelho, trazendo os bastidores, curiosidades e os momentos mais marcantes da noite.
Além disso, equipes estarão espalhadas pelo Brasil para captar a expectativa do público e a torcida pelos indicados brasileiros.
Brasil busca recorde no Oscar 2026
Este ano marca um momento histórico para o cinema brasileiro no Oscar. O Brasil conquistou nada menos que cinco indicações, batendo o recorde nacional de maior número de indicações em uma única edição.
O destaque vai para o filme “O Agente Secreto”, dirigido por Kleber Mendonça Filho, que concorre em quatro categorias importantes: Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Ator para Wagner Moura e Melhor Seleção de Elenco para Gabriel Domingues.
Essa é uma grande conquista para a produção nacional, mostrando a força e o talento dos nossos artistas no cenário internacional.
Outros talentos brasileiros brilham em categorias técnicas
Além das indicações principais, o Brasil também tem representantes em categorias técnicas. Adolpho Veloso é um dos fortes candidatos ao prêmio de Melhor Fotografia por seu trabalho no filme americano “Sonhos de Trem”.
Sua presença na disputa demonstra a qualidade técnica e a versatilidade dos profissionais brasileiros que atuam em produções internacionais.
Embora alguns documentários e curtas-metragens brasileiros, como “Apocalipse nos Trópicos”, “Yanuni”, o curta “Amarela” e o montador Affonso Gonçalves de “Hamnet: A vida antes de Hamlet”, não tenham alcançado as indicações finais, a participação de “O Agente Secreto” e Adolpho Veloso já celebram um grande avanço.
Luiz Fábio Almeida é jornalista, produtor multimídia e um apaixonado pelo que acontece na televisão. É editor-chefe e colunista do RD1, onde escreve sobre TV, Audiências da TV e Streaming. Está nas redes sociais no @luizfabio_ca e também pode ser encontrado através do email [email protected]
