Irmã de Paulo Gustavo revela: “Meus sobrinhos dizem ‘papai veio visitar'”

Irmã de Paulo Gustavo
Irmã de Paulo Gustavo falou pela primeira vez sobre sobrinhos (Imagem: Reprodução / Arquivo Pessoal)

Juliana Amaral abriu o coração e falou da dor que sente com a ausência do irmão, Paulo Gustavo, que morreu há exatamente um ano, vítima de complicações da Covid-19.

Em entrevista ao jornal O Globo, a produtora revelou que se apega à espiritualidade e o amor pelos sobrinhos, Gael e Romeu, de 2 anos, para tentar compreender a ausência do humorista:

“Eles são muito pequenos ainda para esse entendimento. Às vezes, os dois dizem que o ‘papai Paulo veio visitar’, e aí, já viu, meu olho enche de lágrimas. Mas eu disfarço pra eles não me verem chorar. Outro dia, Gael disse ao apontar para o céu: ‘Olha lá a luz do papai Paulo’. Romeu também já falou, quando acordou chorando: ‘O papai Paulo não virou estrelinha, ele estava aqui agora brincando comigo!'”.

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“Dizer que não me revolto seria uma hipocrisia. Estou buscando na minha espiritualidade e fé esse entendimento e conforto. São muitas as dores presentes em mim. Não só pelo meu irmão, porque, assim como ele, milhares de pessoas morreram por falta de uma vacina que já existia”, seguiu.

“Mas pelas milhares de famílias afetadas por essa tragédia. Aproveito para falar da importância de se tomar a vacina. A vida social voltou aos poucos graças a ela. Tomem a vacina!”, desabafou ainda.

Juliana ainda contou como sua mãe, Déa Lúcia, lida com a situação: “Vivemos juntas, ela cuida de mim, e eu cuido dela. Há dias em que a gente está no rir; em outros, no chorar. A nossa fé é que nos faz levantar da cama todos os dias. Mas o entendimento e a aceitação (da morte) ainda pretendo alcançar na doutrina espírita“.

Thales Bretas desabafa sobre 1 ano sem Paulo Gustavo

Há 1 ano com saudades imensas de Paulo Gustavo, Thales Bretas abriu o coração e falou sobre a falta do esposo e também do processo de luto que enfrentou.

“Hoje, 04 de maio, completa um ano que meus sonhos e projetos tiveram um freio de mão puxado bruscamente. Em 2021, em meio à pandemia de Covid, vivi a partida do meu marido, companheiro de vida, pai dos meus filhos, com o qual passei muitos dos meus melhores momentos, realizei os meus maiores sonhos e idealizei tantas coisas por muitos e muitos anos ainda por vir”, iniciou.

“De repente, não pela primeira vez (e provavelmente nem pela última), percebi que os projetos na Terra não são só nossos, e que talvez há planos maiores a serem cumpridos – provavelmente em outro plano. Não há como negar a sensação de que um pedaço de mim foi arrancado precocemente”, afirmou o dermatologista, que seguiu:

“Principalmente tendo sido vítima de um vírus para o qual já haviam desenvolvido vacinas que estavam sendo aplicadas pelo mundo. Mas a negação não ajuda no processo do luto. Faz parte, é inevitável, mas não te move. O que me moveu e move é o amor pelos meus filhos, pelo meu trabalho, pela minha família, pela vida que continua, e pelo privilégio de poder gozar, com saúde, de tudo que Deus me dá e que, sem o menor aviso prévio, também pode me tirar”.

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