Luciano Huck
Irmão de Luciano Huck enfrenta Jair Bolsonaro (Imagem: Reprodução – Facebook – Instagram / Montagem – RD1)

Irmão de Luciano Huck, Fernando Grostein Andrade se pronunciou sobre as declarações do então Secretário Especial da Cultura do governo Jair Bolsonaro, Roberto Alvim, sobre o nazismo.

No entanto, o irmão do apresentador focou suas críticas nos políticos que apoiaram a campanha de Bolsonaro nas eleições do ano passado, insinuando que eles são “coniventes” com esse tipo de coisa.

“Alguns políticos apoiaram e apoiam Bolsonaro até não poder mais, em especial os ligados no setor financeiro, vestindo nova roupagem. Agora vem se fazer de surpresos e indignados com os ideais nazistas. Não cola!”, disparou.

Na ocasião, Fernando estava se referindo ao vídeo divulgado por Roberto, que contava com trechos parafraseados do discurso do ministro da propaganda nazista, Joseph Goebbels.

Para completar, ele usou como fundo musical uma ópera de Wagner, compositor preferido do líder nazista, Adolf Hitler. Horas depois, seu afastamento do cargo foi anunciado por Jair Bolsonaro, que convidou a atriz Regina Duarte para substituí-lo.

Confira:

Luciano Huck faz críticas ao Governo Bolsonaro

Em iniciação para disputar a presidência da República em 2022, Luciano Huck afirmou que o Brasil precisa restaurar e renovar suas lideranças políticas. A declaração foi publicada nesta quarta-feira (15) no site do Fórum Econômico Mundial, que acontece na Suíça na próxima semana.

No artigo publicado pelo apresentador global, que também viajará para participar do evento, Huck não só se posicionou quanto a situação política do país como também falou de sua atuação em movimentos do gênero.

“Lideranças e políticas públicas responsáveis e representativas são fundamentais para revitalizar o contrato social. Isso não vai acontecer espontaneamente. Requer um esforço consciente para investir em talentos e atraí-los”, afirmou.

Ligado a movimentos de renovação política, como o RenovaBR e o Agora!, Huck destacou no artigo que o Brasil e o mundo tem as queimadas e o desmatamento na Amazônia, a redução da desigualdade e a renovação das lideranças política como desafios para os próximos anos.

“Em 2017, entrei na Agora, um dos vários movimentos cívicos dinâmicos que investem em uma nova geração de líderes comprometidos com um Brasil mais inclusivo e sustentável. E em 2018, co-fundei a RenovaBR, atraindo mais de 4.600 inscrições de pessoas que nunca haviam se envolvido em política para treinamento em governança e ética. Dos 120 candidatos aprovados, 17 foram eleitos para o cargo federal naquele ano”, afirmou.

Com o discurso, o apresentador não só se colocou como alternativa em meio a renovação como, também, criticou a política ambiental do governo brasileiro, afirmando ter havido esforços para ocultar os problemas na Amazônia.

“Os dados de satélite do próprio Ministério da Ciência mostraram que as taxas de desmatamento atingiram os níveis mais altos em duas décadas”, disse ele, reiterando que é preciso um “novo e radical paradigma” para que a situação seja administrada.

O apresentador citou a necessidade de o Brasil ter como prioridade a redução da desigualdade em 2020, e também considerou que o governo brasileiro adotou métodos de outros governos e, por consequência, tem se voltado ao “nacionalismo e protecionismo reacionários”, e também criticou a diferença de renda entre ricos e pobres, que aumentou, “acabando com muitos ganhos sociais das três décadas anteriores”.

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