Juca de Oliveira revela que acreditou que clones seriam realidade após O Clone

Juca de Oliveira
Juca de Oliveira abriu o jogo sobre período das gravações de O Clone (Imagem: Divulgação / Globo)

Juca de Oliveira está podendo rever no Vale a Pena Ver de Novo, da Globo, um dos trabalhos mais marcantes da sua carreira: o Albieri, em O Clone. Na trama de Gloria Perez, ele deu vida a um cientista ambicioso e, ao mesmo tempo, apaixonado por seus ideais e pelos afilhados Lucas e Diogo, os gêmeos vividos por Murilo Benício.

“Foi ótimo para a minha carreira profissional ter participado de uma obra-prima absolutamente fascinante para o público. É um dos meus trabalhos mais comentados até hoje”, confessou o veterano, em comunicado da emissora.

Juca garantiu que todo o processo para viver um homem que iria desafiar os limites da ciência através da clonagem humana foi um trabalho muito intenso. Ele ainda revelou que acreditava que os clones seriam realidade.

“É impossível desenvolver a criação de uma personagem como o cientista Albieri sem se envolver emocionalmente. A ovelha Dolly, o primeiro mamífero a ser clonado na Escócia, ainda estava viva quando gravávamos ‘O Clone’. Acreditávamos que ela e outros clones humanos aprimorariam a nossa vida social. Não sofreríamos mais. Clones de entes queridos voltariam para a nossa alegria e felicidade”, contou.

O veterano ainda disse: “O que eu mais recordo foram as experiências em laboratório e os diálogos com os cientistas. Acreditávamos que o texto de ‘O Clone’, o material que estávamos trabalhando naquela audaciosa e comovente novela, mudaria o destino do homem”.

Ele também revelou que o momento mais emocionante da trama para ele foi quando Albieri conseguiu trazer Diogo, o afilhado que morre em um acidente, de volta através do clone de Lucas:

“O momento mais emocionante foi quando, no laboratório de clonagem, tive o primeiro contato com Diogo vivo! Albieri usa as células de Lucas na formação do embrião e o insere em Deusa (Adriana Lessa), como se fosse uma inseminação artificial comum. E de repente o embrião está vivo! Diogo ressuscitou! Era o milagre da clonagem humana!.”

Questionado sobre as lembranças do período da gravação, Juca de Oliveira ressaltou: “A principal lembrança eram exatamente os bastidores da novela. Nunca tinha me envolvido num trabalho com participantes tão solidários. Nos tornamos uma família, um grupo de amigos empenhados no sucesso de todos. Estreitei amizades que já tinha e fiz novas que permaneceram para sempre. Nossa viagem ao Egito também foi um acontecimento que ficou marcado em minha memória”.

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Luiz Fábio Almeida
Luiz Fábio Almeida é jornalista, produtor multimídia e um apaixonado pelo que acontece na televisão. É redator e colunista do RD1. Está nas redes sociais no @luizfabio_ca e também pode ser encontrado através do email [email protected]
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