Lúcio Mauro Filho solta desabafo após tomar a segunda dose da vacina

Lúcio Mauro Filho
Lúcio Mauro Filho recebeu a segunda dose da vacina contra Covid-19 (Imagem: Reprodução / Instagram)

A segunda-feira (20) foi de celebração para Lúcio Mauro Filho. No Instagram, o ator mostrou que tomou a segunda dose da vacina contra a Covid-19.

Em uma sequência de registros em que aparece animado para receber o imunizante, o artista legendou: “Foram mais três meses de espera e finalmente tomei minha segunda dose, novamente num Teatro, desta vez o Municipal“.

Amante da arte, Lúcio escreveu: “Sou um trabalhador do teatro, há 35 anos! Na primeira dose, fui vacinado no meu bairro, no teatro que leva o nome da minha mestra, Maria Clara Machado. Nesta semana que comemoramos o dia nacional do teatro, aproveitei que estava na montagem técnica do espetáculo ‘Ninguém Dirá Que É Tarde Demais’, no Teatro Riachuelo e aproveitei para me vacinar ali ao lado, no Municipal”.

Se já não bastassem todas essas coincidências, foi a primeira vez que voltei ao lugar onde meu papaizinho recebeu seu último aplauso. Fui muito bem recebido pelo staff do municipal e pela equipe do SUS, que sempre me emociona e me enche de orgulho”, contou o famoso.

Na sequência, Lúcio Mauro Filho deixou um alerta bem importante: “Não deixe de se vacinar! Lembre da segunda dose e também da de reforço. Os números estão aí para comprovar: A vacinação foi fundamental para a diminuição dos casos de infecção. Não vamos dar mole! Viva O SUS, viva o Teatro, viva o Brasil!”.

Vale lembrar que em junho, quando recebeu a primeira dose da vacina, o ator desabafou: “Não queria tirar foto, pois vacinar sempre foi o básico em nosso país, não deveria ser motivo de tanta discussão. Mas não era qualquer vacina claro! É o primeiro antídoto dessa doença maldita. Já no caminho, não contive o choro.

“Atravessei a Gávea lembrando dos meus amigos que não estão mais aqui. Meu irmão Eduardo Galvão, meu amado Paulo Gustavo, Cleomir, meu primo Sandro, de quem eu nem pude me despedir. Assim como o povo não pôde se despedir do mestre Moraes Moreira (que não morreu de Covid), não pude dar um beijoo em Davi, em Ciça. Não pude me despedir da minha avó, de meus Tios Lourival e Lilita.
Uma vontade de abraçar meus primos, meus amigos, gente que como eu, também perdeu entes queridos”, lamentou.

Carol Bittencourt
Caroline Bittencourt é jornalista, pós-graduada em Comunicação e Design Digital. Atua como redatora e produtora de conteúdo para redes sociais.
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