Músico se irrita e toma atitude contra Wesley Safadão por causa de música

Wesley Safadão
Wesley Safadão está sendo processado por causa da música Vaqueirinha Maltrata(Imagem: Reprodução / YouTube)

Pela falta de comparecimento de Wesley Safadão nas audiências marcadas, o compositor Jonas Alves, que processa o cantor por danos morais e materiais, resolveu ir à delegacia para abrir um boletim de ocorrência por crime contra a propriedade imaterial.

Segundo a coluna de Leo Dias, do Metrópoles, a queixa foi protocolada na última sexta-feira (29/1). No BO, o forrozeiro é acusado de se apropriar ilegalmente da música Vaqueirinha Maltrata.

Os advogados do músico explicaram que realizaram a notícia-crime e que agora estão aguardando a instauração da nova ação pelo promotor responsável pelo caso. “Nós sempre fomos parceiros, mas quando foi a vez dessa música aí [Vaqueirinha Maltrata] ele não agiu da forma correta”, contou o compositor.

“O boletim foi feito para poder dar entrada no processo criminal. Na mídia o Wesley não se posicionou ainda. Deve ser porque não tem argumento para se defender”, completou Jonas.

Para quem não sabe, Alves abriu um processo contra o famoso em 2020. Na época, ele afirmou que WS não teria lhe pagado pela composição da música Vaqueirinha Maltrata, lançada em 2018.

A canção, que foi acessada e baixada por 1,57 milhão de pessoas, fez sucesso, e claro, o compositor queria sua parte. Dessa forma, ele estava pedindo uma indenização.

Somando o valor de direito pela parte da música e também danos materiais, Jonas teria que receber R$ 4,5 milhões. Em tempo, os advogados do músico pediam R$ 200 mil por danos morais.

Vale lembrar que esse não é o único processo que envolveu Wesley Safadão nos últimos tempos. Também rolou na Justiça, uma ação de Emanuel Hélio Eduardo de Oliveira, tio do cantor. O senhor pediu uma indenização de R$ 40 milhões por suposta quebra de contrato.

No entanto, segundo Leo Dias, a Justiça de Fortaleza, no Ceará, negou o pedido de Emanuel por falta de provas de que a marca WS, do músico, seria uma continuidade da empresa Garota Safada, antiga banda do forrozeiro.

Dessa forma, Safadão só foi condenado a pagar 10 salários mínimos por “atentatório à dignidade da Justiça”, já que o juiz entendeu que ele não colaborou para que o processo corresse de forma mais rápida.

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