Ney Latorraca é questionado por não ter filhos e abre o jogo sobre relação com o marido

Ney Latorraca e Edi Botelho
Ney Latorraca e Edi Botelho estão juntos há aproximadamente 27 anos (Imagem: Divulgação)

Dois pontos que certamente atraem a curiosidade em relação a Ney Latorraca são sua vida amorosa e o fato dele não ter filhos, pouco tempo depois de completar 78 anos. Direto e franco, o veterano respondeu a essas perguntas e algumas outras.

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Em entrevista ao jornal Extra, o ator se mostrou bem tranquilo com a própria idade e deixou claro que não se arrependeu de não ter ampliado a família.

Não me arrependo de não ter tido filhos. Até cogitei em uma época, mas pensei melhor: ‘Ah, não, vai começar de novo toda essa história de encontrar vaga para criança em pensão’”, declarou ele, ao se explicar.

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Na sequência, Ney rasgou elogios a Edi Botelho, seu companheiro desde 1995: “Vivo com uma pessoa maravilhosa, um grande companheiro, amigo e bom ator”.

Saúde e política são pautas importantes para Ney Latorraca

O artista, que completou mais um aniversário nesta segunda-feira (25), avisou que se chateia muito quando alguém se esquece dele na data.

Apesar de valorizar a união entre amigos, Latorraca tem preferido se isolar em tempos de pandemia da Covid-19, mesmo que já tenha tomado as quatro doses da vacina. Por enquanto, ele tem saído de casa para ir ao médico, fazer exercícios e votar.

E por falar em política, o entrevistado afirmou que não escolheu seu candidato, já que busca “um presidente que cuide da classe [artística], do povo e tire esse grande aborrecimento”.

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Atuação é paixão antiga e ferramenta mais útil

Na sua profissão, com o carinho do público, Ney Latorraca lembrou de uma gafe curiosa: “Um dia, o cara elogiou meu trabalho e falou: ‘Tchau, Francisco Cuoco’. Envelheci cem anos na hora”.

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O interesse do “marido” de Edi Botelho pela sétima arte veio quando ainda criança, como uma espécie de sobrevivência:

Aprendi a representar para sobreviver. Tinha que fazer graça para ganhar um sapato de alguém, um dinheiro para comer no colégio. Até hoje mantenho isso. Existe um Ney quieto com ele mesmo, pensando com suas dores e inseguranças, e um Ney que, passou de duas pessoas, sapateia e canta”.

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