Rafinha Bastos afirma que levou calote de Luciana Gimenez: “Nunca ganhei”

Rafinha Bastos
Rafinha Bastos afirma que levou calote de Luciana Gimenez: “Nunca ganhei” (Imagem: Reprodução / YouTube)

A participação de Rafinha Bastos no podcast Inteligência Ltda, na última terça-feira (21), rendeu uma série de revelações inesperadas. Entre elas, o comediante jogou na roda que levou um calote de Luciana Gimenez.

“Eu saí do João Kleber porque fui fazer os trotes da Luciana Gimenez [no programa ‘Superpop’]. Olha que merd*! Eu já estive besuntado de bost* na minha cara! Os dois trabalhavam um ao lado do outro. Tinha uma briga, [por] inveja, ciúme, da audiência um do outro”, afirmou.

Logo depois, o humorista declarou que a apresentadora não lhe pegou pelo trabalho. “A Luciana Gimenez prometeu me contratar durante meses. Me enrolou por meses! Toda semana eu falava: ‘Luciana, eu preciso viver! Não tenho dinheiro!’ Eu nunca ganhei um tostão para fazer aquelas bost*s! E eu precisava de dinheiro, não tinha nada!”, disse Rafinha Bastos.

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O apresentador afirmou que sua situação financeira ficou um pouco melhor quando ele começou a fazer comerciais. “Um filme que eu pegava ganhava R$ 5/6 mil. Cheguei a pegar filmes de R$ 7 mil. Quando comecei a me estabilizar e ganhar uma grana meio fixa em São Paulo, foi trabalhando na noite, como DJ”, acrescentou.

Rafinha Bastos expõe segredo das pegadinhas de João Kléber: “Combinado”

O humorista também contou detalhes curiosos sobre o início de sua carreira profissional, inclusive o trabalho no programa de João Kléber, na RedeTV!.

Rafinha disse que fez esse trabalho antes de ficar famoso e participou do quadro de pegadinhas. Ele afirmou que tudo o que acontecia por lá era previamente combinado com as partes envolvidas.

“Fazer a pegadinha não é o problema, eu tinha que pegar dois busões, muito longe”, começou dizendo. Logo depois, Rafinha Bastos afirmou que o humor do apresentador era péssimo quando a atração não conseguia bons resultados de audiência.

“O clima do programa era pesado, quando o programa não ia bem, o João Kléber cagava na cabeça da gente. Volta e meia ele demitia todo mundo, diretor caía toda semana, era um clima difícil. Mas ele me tratou bem, tinha um bom relacionamento”, pontuou.

O comediante também explicou como funcionavam os quadros. “Era [tudo] combinado. Você ia para uma praça, tinha que ser porque não podia pegar a fachada de loja ou de banco. A gente ficava na gravação e tinha uma pessoa com a planilha que selecionava as pessoas que iam participar. Elas eram convidadas, diziam pra ir pra cima do cara, não bater muito”, revelou Rafinha.

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Henrique Carlos
Apaixonado por televisão e cinema, desde 2009 trabalha com internet. Já passou por grandes veículos de comunicação e teve experiência no rádio. Atualmente estuda para continuar crescendo na área e pode ser acompanhado através do perfil @henriquethe2 no Twitter.
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