Série de sucesso, Ginny e Georgia ganha segunda temporada na Netflix

Ginny e Georgia
Ginny e Georgia ganha segunda temporada na Netflix (Imagem: Reprodução / Netflix)

A Netflix anunciou que a série Ginny e Georgia terá segunda temporada no serviço de streaming. A informação foi confirmada através de um vídeo com o elenco, que faz caras, bocas e dancinhas para contar, num jogral com gritinhos, “a maior novidade de todas“.

Estamos muito gratos pela incrível resposta e amor que todos vocês mostraram a Ginny e Georgia“, disseram Debra J. Fisher e Sarah Lampert, respectivamente a showrunner e a criadora da série, em um comunicado.

Estamos especialmente gratos a Brianne e Antonia, que elevaram o nível em cada etapa do caminho. Mal podemos esperar para voltar a Wellsbury para a segunda temporada“, complementaram.

A série gira em torno de mãe e filha que se mudam para uma cidade interiorana. Ginny Miller (Antonia Gentry) é uma garota de 15 anos que está literalmente deslocada e, além de não conhecer os colegas, precisa lidar com a reação deles à beleza de sua jovem e atraente mãe de 30 anos, Georgia (Brianne Howey).

Lançada em 24 de fevereiro, a produção ficou no Top 10 da plataforma nas primeiras semanas e gerou uma grande polêmica nas redes sociais. A cantora Taylor Swift foi até a web e detonou a Netflix após uma piada sexista na série mencioná-la, ainda envolvendo sua vida amorosa.

Swift se sentiu incomodada ao ver seu nome relacionado em uma piada, durante uma cena e ficou furiosa. Em uma das falas, Ginny se dirige à sua mãe com um comentário inesperado. Tudo isso, após a genitora questionar a filha sobre seus relacionamentos.

Por que você se importa? Você passa por homens mais rápido do que Taylor Swift“, disse a adolescente.

Swift, que teve seus relacionamentos discutidos publicamente durante anos, expressou sua decepção com a série no Twitter, chamando a piada de “preguiçosa“, bem como de “profundamente sexista“.

Uma outra questão que foi analisada pelos telespectadores foi uma briga envolvendo questões raciais entre a protagonista e o namorado Hunter (Mason Temple). Dentro do contexto da série, os personagens estavam discutindo sobre as diferentes maneiras pelas quais eles lutaram para ser birracial.

Ginny acusou Hunter, meio taiwanês, de se beneficiar do estereótipo da minoria modelo, enquanto Hunter diz que ela mal tem contato com sua própria negritude. Eles vão e voltam sobre quem vivenciou mais o racismo, até que Hunter finalmente exclama: “Olimpíadas de opressão: vamos lá!“.

A cena em questão foi recriminada, principalmente por ressaltar estereótipos raciais.

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