Globo
“Tá no Ar” brincou com Marcelo Adnet, Marcius Melhem, Xuxa e Roberto Carlos (Imagem: Divulgação / Globo)

A Globo causou polêmica durante o “Tá no Ar – A TV na TV” da última terça-feira (12), após falar sobre disfunção erétil. O militante revoltado, vivido por Marcelo Adnet, zombou de Marcius Melhem e do próprio Adnet. O programa também lembrou de Xuxa Meneghel, Roberto Carlos e Marielle Franco.

Um esquete com Melhem, que falava sobre disfunção erétil, foi interrompido pelo militante. “Olhe, um programa com Marcius Melhem tirando sarro de disfunção erétil. Eu não sou o João Kléber, mas para, para, vamos rir!”, declarou.

Sobrou até para o próprio Adnet. “O que me disseram, eu não vi, mas que não é grande coisa. Resumindo: a realidade sabida apenas pelo iluminatis judaicos reptilianos do Alto Leblon, pelo agente camarada Dráuzio Varela [médico] e por Neidinho, chaveiro aqui de Olinda que foi quem me revelou, as baixas temperaturas do estúdios, combinadas com a intensa luz âmbar e traços de golpismo, causam uma endemia projaquiana de pau mole…”, dizia ele, quando foi “interrompido” pela programação global.

Marcelo Adnet também apareceu imitando Chico Xavier e Chico Buarque, em homenagem a MTV. “Você foi Renascentista, esse senhor foi Troiano, o da esquerda era ferreiro, o outro um Senador Romano. Ela um nobre suserano, bandeirante brasileiro”, cantou.

O índio Obirajara foi além e declarou que Roberto Carlos é índio. “Tenho certeza: o Roberto Carlos é índio e não assume. Pode perceber, tem cabelo de índio, nasceu no dia do índio, os cruzeiros dele dizem que é tudo programa de índio, mas assumir ele não assume”, desabafou.

Ele contou ainda que apenas duas artistas defendem os indígenas. “Os únicos que ajudam os índios é Fafá de Belém e Xuxa [Meneghel], porque o resto só fica falando: ‘shopping de domingo é programa de índio’. Quem dera!“, disse ele, que descobriu que o seu signo, caso acreditasse na astrologia seria… Peixes! “Odeio peixe!“, esbravejou.

Uma cena que lembrou um momento triste envolveu Marielle Franco, vereadora assassinada no Rio de Janeiro. Em uma sátira da Starbucks, a atriz que interpretava uma funcionária gritou o nome: “Marielle!”. E os clientes retribuíram com um segundo grito. “Presente!”, disseram, em referência a uma das campanhas políticas produzidas após a morte da vereadora do PSOL.

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