Taís Araújo e Reynaldo Gianecchini comemoram reprise de Da Cor do Pecado no Viva

Da Cor do Pecado
Reynaldo Gianecchini (Paco) e Taís Araújo (Preta) em Da Cor do Pecado; novela estreia no Canal Viva (Imagem: Gianne Carvalho / Globo)

A partir desta segunda-feira (19), a novela Da Cor do Pecado estará de volta no Canal Viva. Após 17 anos, os telespectadores poderão relembrar a história de Preta (Taís Araújo) e Paco (Reynaldo Gianecchini). Durante entrevista à Carla Bittencourt, do portal Metrópoles, os protagonistas comemoraram a reprise do folhetim e lembraram detalhes marcantes.

A Preta foi muito importante para minha carreira, foi fundamental. Fazer uma novela dessa, de um autor como o João Emanuel Carneiro, que fez muito sucesso e era muito carismática, foi transformador. Eu fiz ‘Xica da Silva’ e sete anos depois fiz a Preta. Foi um renascimento da carreira mesmo. Chegou em um momento de mais maturidade, acho que ela veio na hora certa“, comentou a esposa de Lázaro Ramos.

Para quem não lembra, a trama começa com Paco viajando para São Luís (MA), onde se encanta por Preta. Apaixonado pela musa, o rapaz volta para o Rio de Janeiro decidido a terminar o noivado com Bárbara (Giovanna Antonelli); porém, ao chegar à cidade, descobre que ela está grávida.

Mesmo com a novidade, Paco retorna para o Maranhão querendo casar com Preta. Mas, quando Bárbara descobre o romance do noivo, trama um plano para separar o casal e garantir seu golpe, já que, na verdade, ela espera um filho do amante, Kaíke (Tuca Andrada).

Ao saber da suposta traição da amada, e depois de ter descoberto a farsa de Bárbara, ele volta para o Rio, onde é repreendido pelo pai, o milionário Afonso Lambertini (Lima Duarte), com quem nunca teve um bom relacionamento. Bárbara consegue convencer Afonso de que o filho está perturbado e precisa ser internado.

Gianecchini contou durante a entrevista como foi interpretar os gêmeos Paco e Apolo:

Interpretar gêmeos é uma loucura, né? É muito desafiador. Exige muita atenção, concentração pra você conseguir dar as diferenças dos personagens. O Paco exigia uma carga emocional que tinha que estar sempre ali com ela. Isso era muito rico. Tinham cenas muito fortes e maravilhosas. O Apolo exigia mais da parte física. Tinham as cenas de lutas que eram coreografadas e fazia bastante aula“.

Por fim, o galã falou sobre a diversão com o núcleo da inesquecível família Sardinha: “O núcleo dos Sardinha era divertido, eu amava fazer. Os dois personagens me traziam coisas bem diferentes, muito boas para me desenvolver como ator“.

Da Redação
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