Tássia Camargo desabafa sobre morte da filha e comove a web

Tássia Camargo
Tássia Camargo lembrou a morte da filha Maria Júlia há 24 anos (Imagem: Reprodução / Instagram)

Tássia Camargo usou o seu perfil no Instagram para fazer um desabafo, 24 anos após  a morte de sua filha Maria Júlia, de 2 anos, vítima de uma doença rara – a rubéola congênita tardia.

Dia 14 de janeiro de 1996, às 17h25, minha filha partiu. Hoje, infelizmente, completos 24 anos sem a minha filha, meu anjo dourado, Maria Júlia. Fico a imaginar como ela seria hoje. Maria Júlia tem 26 anos para mim. Ao mesmo tempo quando vejo uma menina com dois anos de idade na rua, idade que ela morreu, fico a admirar, de longe, com os meus pensamentos no passado“, iniciou ela, que também compartilhou várias fotos da bebê.

Tássia, que hoje mora em Portugal e tem dois filhos, Pedro e Diego, ainda disse guardar lembranças fortes da filha. “Ao pensar nela sinto seu cheiro, mas falta-me muito tocar sua pele. O tempo passa, a dor ameniza, mas mesmo assim é como se tivesse perdido sua presença carnal hoje. Lembro o dia 14 de janeiro de 1996 perfeitamente. Quando ela se foi, quando virou estrelinha, sentia meu ventre grávido. Por quê? Não sei“, revelou.

Sei que tenho muita saudade e determino, todos os dias que, quando eu for, serei recebida por ela e pelo meu pai que morreu em 1994. Hoje, como em 1996, uma tristeza toma conta de mim. Te amo filha e até“, finalizou.  

Após publicar o depoimento Tássia recebeu apoio dos fãs. “Nossa que bebê mais fofo! Carinha de anjo mesmo. Muita empatia pela sua dor, um forte abraço“, escreveu uma das seguidoras. “Sua filha virou linda estrelinha e está te vendo lá de cima“, confortou outro.

Confira: 

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Dia 14 de janeiro de 1996 às 17h25 minha filha partiu. Hoje, infelizmente, completos 24 anos sem a minha filha, meu anjo dourado, Maria Júlia. Fico a imaginar como ela seria hoje. Maria Júlia tem 26 anos para mim. Ao mesmo tempo quando vejo uma menina com dois anos de idade na rua, idade que ela morreu, fico a admirar, de longe, com os meus pensamentos no passado. Ao pensar nela sinto seu cheiro, mas falta-me muito tocar sua pele. O tempo passa, a dor ameniza, mas mesmo assim é como se tivesse perdido sua presença carnal hoje. Lembro o dia 14 de janeiro de 1996 perfeitamente. Quando ela se foi, quando virou estrelinha, sentia meu ventre grávido. Por que? Não sei. Sei que tenho muita saudade e determino, todos os dias que, quando eu for, serei recebida por ela e pelo meu pai que morreu em 1994. Hoje, como em 1996, uma a tristeza toma conta de mim. Te amo filha e até ???

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