Ticiane Pinheiro revela sonho de abrir asilo e motivação emociona

Ticiane Pinheiro
Ticiane Pinheiro revela sonho antigo de abrir um asilo (Imagem: Reprodução / Instagram)

Apesar de ser apaixonada por crianças, Ticiane Pinheiro guarda um sonho antigo há mais de 20 anos. Com a morte de sua avó materna, surgiu o desejo na apresentadora de abrir um asilo. Com a pandemia da Covid-19, a vontade de construir esse projeto ficou ainda mais forte.

Sempre tive vontade de ter um asilo, porque sempre fui apaixonada pelos meus avós. Morei com a minha avó [Eneida] quando fui fazer a novela Kananga do Japão [1989], e ela teve a doença de Alzheimer. Cuidei dela até o fim da vida. Sempre tive muito carinho e respeito pelos velhinhos. A Covid-19 me pegou muito fundo, e o carinho que tenho me dá vontade de proteger“, disse em entrevista ao Notícias da TV.

Apesar de ainda não ter colocado o plano em prática, a apresentadora da Record tem feito ações que beneficiem o público da terceira idade. Além de fazer doações, Tici foi convidada para ser embaixada da Cruz Vermelha e organizou uma campanha de arrecadações de cobertores e kits de higiene para a população que mais precisa.

“Mexeu tanto comigo essa pandemia que, quando eu via as ONGs pedindo doações, eu doava muitas cestas básicas. Eu sentia que podia ajudar mais. E quando chegou a Cruz Vermelha, foi muito bacana, caiu como uma luva, porque pude usar a minha imagem. Fui atrás de empresas para ajudar os mais necessitados“, comentou.

Apesar do período pandêmico, a loira vem trabalhando muito na emissora de Edir Macedo. No canal ela está atuando em três atrações: Hoje em Dia, Canta Comigo Teen e Troca de Esposas.

É um momento tão louco, e mesmo assim a Record me surpreendeu com o Canta Comigo Teen. As coisas boas acontecem para quem faz o bem, e eu estou sempre plantando coisas boas. Ao mesmo tempo que me colocam no Hoje em Dia, que tem mais jornalismo, me usam para interagir com as crianças no Canta Teen, e fazendo entretenimento no Troca de Esposas. Sinal de que estão gostando do meu trabalho”, comentou.

Com todos esses projetos e muita exposição a ambientes de risco, a artista decidiu evitar se encontrar os pais, Fernando e Helô Pinheiro, que são do grupo de risco da Covid-19.

“No começo da pandemia eu nem ia na casa da minha mãe. Tenho me cuidado muito. Aqui em casa, eu e o César [Tralli] tiramos a roupa assim que entramos, levamos para a lavanderia e já tomamos um banho. Essa pandemia me fez aprender a pensar mais no outro que em mim. Eu nunca estou aglomerando, e espero que as pessoas façam o mesmo e se protejam. É um momento extremamente delicado e que não podemos bobear”, concluiu.

Da Redação
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