Túlio Gadêlha fala de quarentena com Fátima Bernardes em desabafo sincero

Túlio Gadêlha e Fátima Bernardes
Túlio Gadêlha e Fátima Bernardes juntos durante a quarentena (Imagem: Reprodução / Instagram)

Túlio Gadêlha foi fotografado pela primeira vez com Fátima Bernardes em 2017, numa ida ao cinema. Em novembro daquele mesmo ano, os pombinhos assumiram o romance. Desde então, o relacionamento entre os dois atrai a atenção de curiosos. Atendendo à tal demanda, o deputado fez um desabafo para lá de sincero sobre a convivência com a amada.

Em meio à pandemia de Covid-19, o político resolveu passar a quarentena na companhia da apresentadora do Encontro. “Muitos amigos me perguntando sobre os quatro meses e quatro dias que passamos juntos durante o isolamento social. Sendo os primeiros dias no Recife, mas a maior parte, na casa dela, no Rio“, iniciou Túlio.

Na publicação que compartilhou no Instagram na noite de segunda-feira (20), o pernambucano foi só elogios à Fátima e ao namoro com ela: “Tenho dito que foi melhor do que esperávamos. Tivemos a sorte de estar juntos quando tudo começou. É muito bom ter alguém para compartilhar momentos, sejam felizes ou tristes. É bom ter alguém. E a gente conseguiu se virar bem“.

Túlio Gadêlha também elogiou os filhos trigêmeos da famosa, fruto do relacionamento anterior com William Bonner: “É que ela tem um mini exercito de filhos parceiros que sempre ajudam em tudo. Ou seja, ninguém ficou sobrecarregado. Nossa verdadeira preocupação era com o que estava acontecendo fora de casa“.

Apesar de todo clima romântico, o bonitão não deixou de falar das adversidades do casal: “Se brigávamos? Claro. Eu brigava com ela toda vez que abria o forno porque ela tem a mania de tocar em tudo pra saber se tá quente. E adivinha? Em 93% das vezes ela queimava a mão. Sim, eu brigava, mas depois colocava gelo. Mas compartilhamos tudo e aprendemos muito sobre o outro“.

Continuando o imenso texto, Túlio dividiu com seus seguidores a percepção de Fátima sobre ele: “Ela diz que conheceu um Túlio ansioso, que eu nego existir. É que esse Túlio que ela diz ‘ter conhecido’ na verdade gosta de fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo, tipo: ler o jornal, pegar sol e exercitar a panturrilha. E isso não é ansiedade, é ganhar tempo. Também não aguento passar muito tempo planejando, preciso começar a fazer, executar – isso sim, talvez seja ansiedade“.

Na sequência, o político contou o que mudou em sua visão sobre a namorada: “Mas pera aí! Eu também conheci ‘outra namorada’. Mais cruel e calculista. Que me ensinou que a vingança é um prato que se come frio. Isso mesmo! Fui atacado diversas vezes, em momentos de distração, por uma mão gelada arrepiante. Era um abraço? Não! Era uma mão gelada nas costas. Era beijo? Não! Era uma mão gelada no pescoço. Isso se chama crueldade. Repetidamente. Ainda me recupero do trauma“.

Quando pela primeira, vez consegui dar um abraço gelado nela, ela deu um pinote que o ombro esquerdo dela foi direto na minha mandíbula! Quase arranca um pedaço da minha língua fora. Carrego a cicatriz nas palavras que não consigo mais pronunciar. Pois é, gente. Brincadeiras à parte, aprendi que a vida é melhor quando compartilhada com alguém que não mede esforços para nos fazer feliz. Felicidade à todas e todos“, finalizou Túlio Gadêlha, encantando internautas com a ternura do relato.

Os filhos de Fátima Bernardes riram com a parte bem humorada do relato. Já a homenageada se deleitou com o parceiro: “Não sei nem o que escrever. Que surpresa linda nesse primeiro dia longe. Você sabe exatamente o que está acontecendo nesse momento. A vida é muito melhor quando compartilhada com amor“.

 

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Muitos amigos me perguntando sobre os quatro meses e quatro dias que passamos juntos durante o isolamento social. Sendo os primeiros dias no Recife, mas a maior parte, na casa dela, no Rio. . Tenho dito que foi melhor do que esperávamos. Tivemos a sorte de estar juntos quando tudo começou. É muito bom ter alguém para compartilhar momentos, sejam felizes ou tristes. É bom ter alguém! . E a gente conseguiu se virar bem. É que ela tem um mini exercito de filhos parceiros que sempre ajudam em tudo. Ou seja, ninguém ficou sobrecarregado. Nossa verdadeira preocupação era com o que estava acontecendo fora de casa. . Se brigávamos? Claro. Eu brigava com ela toda vez que abria o forno porque ela tem a mania de tocar em tudo pra saber se tá quente. E adivinha? Em 93% das vezes ela queimava a mão. Sim, eu brigava, mas depois colocava gelo. . Mas compartilhamos tudo e aprendemos muito sobre o outro. . Ela diz que conheceu um Túlio ansioso, que eu nego existir. É que esse Túlio que ela diz “ter conhecido” na vdd gosta de fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo, tipo: ler o jornal, pegar sol e exercitar a panturrilha. E isso não é ansiedade, é ganhar tempo. Tb não aguento passar mto tempo planejando, preciso começar a fazer, executar – isso sim, talvez seja ansiedade. . Mas pera aí! Eu tb conheci “outra namorada”. Mais cruel e calculista. Que me ensinou que a vingança é um prato que se come frio. Isso mesmo! Fui atacado diversas vezes, em momentos de distração, por uma mão gelada arrepiante. . Era um abraço? Não! Era uma mão gelada nas costas. Era beijo? Não! Era uma mão gelada no pescoço. Isso se chama crueldade. Repetidamente. Ainda me recupero do trauma. . Quando pela primeira, vez consegui dar um abraço gelado nela, ela deu um pinote que o ombro esquerdo dela foi direto na minha mandíbula! Quase arranca um pedaço da minha língua fora. Carrego a cicatriz nas palavras que não consigo mais pronunciar. . Pois é, gente. Brincadeiras à parte, aprendi que a vida é melhor quando compartilhada com alguém que não mede esforços para nos fazer feliz. Felicidade à todas e todos. . Ah, e sim. A escova azul era a dela.

Uma publicação compartilhada por Túlio Gadêlha (@tulio.gadelha) em

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