
A Globo está armando um verdadeiro terremoto em A Nobreza do Amor.
Nos próximos capítulos, a novela das seis vai deixar o romance de lado e mergulhar de cabeça em uma sequência de acontecimentos de tirar o fôlego.
A emissora escalou 10 eventos cruciais para agitar a trama. Com segredos prestes a serem revelados, uma disputa acirrada pelo trono e até uma tentativa de assassinato.
Caos se instala em Barro Preto
O grande impacto virá com um atentado contra o mocinho Tonho (Ronald Sotto), mas ele não será o único a enfrentar problemas.
A doce Alika/Lúcia (Duda Santos) verá seu ateliê ser destruído, justamente quando achava que estava vivendo a melhor fase em Barro Preto. Que fase, hein?
O momento mais dramático será a invasão da cidade. No capítulo de segunda-feira (15), Belarmino (Renan Monteiro) e seu bando vão espalhar o terror.
Tonho e Alika tentarão defender o ateliê, mas o herói acabará atingido por um tiro. O quadro de saúde dele ficará delicado, e mesmo após a retirada da bala, exigirá cuidados intensivos.
Para piorar, Mirinho (Nicolas Prattes) tentará sabotar a medicação do rival no hospital. Cruel!
Enquanto isso, a princesa africana terá que lidar com as consequências da destruição do Flor de Seda, alvo de um plano de Virgínia (Theresa Fonseca).
A vilã contratará Carrapato (Marcelo Medici) para arruinar o empreendimento. A trama africana também ganhará força.
Dumi (Licínio Januário) revelará a Kênia (Nikolly Fernandes) que Alika é a verdadeira herdeira do trono de Batanga.
Isso pode colocar a filha de Jendal (Lázaro Ramos) contra o pai, já que ela também está de olho na coroa.
Essa mistura de tragédia, romance, conspirações e disputa pelo poder promete uma virada de novela, criando uma tensão digna de roer as unhas.
Ao final da semana, a vida de praticamente todos os personagens centrais estará irreconhecível após o ataque dos cangaceiros.
A Nobreza do Amor é protagonizada por Alika, interpretada por Duda Santos, e Tonho, vivido por Ronald Sotto.
A novela é ambientada na década de 1920 e se desenvolve em dois universos fictícios: o reino de Batanga, na África, e a cidade de Barro Preto, no Rio Grande do Norte.
Maria Clara é jornalista formada pela Universidade Federal de Pernambuco. Passei por redações de jornais produzindo notícias para os portais, fiz gerenciamento de redes e já fui a campo como repórter de rua em emissoras de televisão aberta. Instagram: @clarajordao_
