Andréia Sadi abre o coração e fala de retorno ao trabalho após gestação

Andréia Sadi
Andréia Sadi comentou sobre período da gravidez e desabafou sobre fim da licença-maternidade (Imagem: Reprodução / Instagram)

Andréia Sadi, de 34 anos, abriu o coração e comentou sobre o fim da sua licença-maternidade. A famosa garantiu que o período parece que passou mais rápido para ela.

“Quando cheguei em casa da maternidade, as primeiras semanas pareceram intermináveis. Mas eu, João e Pedro fomos nos conhecendo, organizando a vida nova e criando uma rotina. Depois de um mês, quando as coisas entraram no ritmo, o tempo voou. E a gente passa a ter outra noção de tempo, porque vê como os bebês estão crescendo e se desenvolvendo”, disse à Crescer.

Em entrevista, a jornalista da Globo e da GloboNews também comentou a respeito da sua licença: “Gosto de rotina, sou uma pessoa organizada, planejadora. Achava que, com planejamento, as coisas aconteceriam sem grandes sustos, ‘normalmente’. Mas entendi o que todos dizem: com a maternidade, acabou o controle”.

“Aqui em casa, hoje, é ‘eita’ atrás de ‘vixe’ todo dia! O inesperado acontece. Há muitas ‘primeiras vezes’ quando se têm bebês. Ter de lidar com a imprevisibilidade de uma gripe, por exemplo. Mas fica tudo bem“, disparou ela.

André Sadi, então, lembrou do período da gravidez e da pausa na carreira em plena pandemia da Covid-19:

Pouco antes da pandemia e de engravidar, eu tinha um apartamento em São Paulo, vivia em Brasília ou viajando pelo país, e o André [Rizek, também jornalista, marido de Andréia], morava no Rio de Janeiro. O casamento, a pandemia, minha mudança para o Rio e a gravidez aconteceram praticamente juntos”.

“Não temos família aqui, e, para proteger nossos pais, nós e os bebês, ninguém pôde estar presente. Sou uma pessoa que gosta de gente, de conversar, de encontrar. Sempre achei que a gravidez seria um momento solitário, de recolhimento para gestar. Mas neste que foi o evento mais importante da minha vida, a solidão foi vezes dois. Não tinha com quem compartilhar. Saía para as consultas de pré-natal paramentada, com medo, não era algo feliz. Digo que sobrevivi na gestação, não peguei covid. Acho que já estava no ‘modo mãe’, protegendo minhas crias”, comentou.

A jornalista agora está ciente de que não adianta sofrer por desejar retomar a rotina profissional. “É verdadeiro o clichê de que, quando nasce uma mãe, nascem também a culpa e o medo. Mas não quero me cobrar. Sei que estou fazendo o melhor para os meus filhos”, declarou. “Trabalhar me faz feliz. Eu estando feliz, João e Pedro também estarão”, concluiu.

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