Após anúncio na TV, Datena admite dificuldade de lutar pela presidência

Datena
José Luiz Datena reage após desabafo na TV sobre candidatura (Imagem: Reprodução / Band)

Depois do seu desabafo ao vivo no Brasil Urgente da última quinta-feira (15), José Luiz Datena abriu o jogo sobre a dificuldade da corrida presidencial em 2022. Apontado como pré-candidato pelo PSL, tudo mudou quando o partido se uniu ao DEM.

Em entrevista ao UOL, o apresentador da Band explicou: “A diferença é que eu já havia sido lançado como candidato à Presidência pelo PSL e agora, após a fusão com o DEM, eu vou ter que participar de prévias”.

O famoso ressaltou: “Se eu me meter em prévia para a Presidência, o Pacheco e o Mandetta me jantam. Para disputar uma vaga dentro do partido, você precisa ter habilidade política e fazer coisa que eu não sei fazer”.

Além da dupla citada por Datena, o ex-governador Geraldo Alckmin entrou no páreo pela vaga. “Tenho convite do Patriotas para a Presidência. Mas não dá para enfrentar uma campanha grande dessas sem ter uma estrutura e uma coligação razoável”, frisou.

O PDT deu opções para o jornalista: ser vice de Ciro Gomes, candidato ao governo de São Paulo ou ao Senado. “Não quero que pensem que eu sou o fodão, mas eu tenho muito mais chance de ganhar do Alckmin e do Haddad para o governo de São Paulo porque os dois estão desgastados”, disse.

“O [Guilherme] Boulos é o adversário a ser batido. Talvez seja o cara mais preparado entre esses todos”, analisou. Datena, no entanto, não desistiu da candidatura à Presidência.

Ao vivo

Questionado por Catia Fonseca sobre o rompimento com a Band, Datena explicou cada ponto do seu roteiro político. “Eu fiquei chateada com você e nós combinamos: quando a gente ficasse chateado um com o outro, a gente teria que perguntar. Eu fiquei chateada, pois você disse numa entrevista que você vai me largar. Vai largar a gente aqui. Não vai ter papo de janela”, informou.

“Na verdade, se eu tiver que concorrer para algum cargo político, por enquanto eu fui lançado candidato à presidência da República pelo PSL, mas apareceram mais dois caras do DEM, que é o Mandetta [Luiz Henrique Mandetta] e o o Pacheco [Rodrigo Pacheco]”, declarou. “O partido tem que escolher”, completou.

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