Bruna Surfistinha enfrenta Bolsonaro e é surpreendida com ameaça

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Bruna Surfistinha reage após polêmica de Bolsonaro (Imagem: Reprodução – Instagram / Montagem – RD1)

Anos depois de ter estourado em todo o Brasil com a personagem Bruna Surfistinha, Raquel Pacheco tem recebido ataques e até ameaças por parte dos eleitores de Jair Bolsonaro.

Em seu perfil no Twitter, ela enfrentou o presidente ao perguntar porque Michele Bolsonaro recebeu 89 mil de Fabrício Queiroz, pergunta que viralizou nesta semana nas redes sociais.

Diante dos ataques, a famosa decidiu se pronunciar e dizer que não se intimidaria. “Quenga, prostituta, puta, vadia… esses foram alguns dos elogios que recebi após meu post”, disparou.

“Não, senhor machista, você não vai me ferir com essas palavras. Sou tudo isso com orgulho. Continua que tá pouco”, completou, sem papas na língua.

Mas os ataques permaneceram. “Que moral tem uma quenga?”, perguntou uma pessoa. “Você é ladra, roubava a mãe e quer cobrar os outros”, acusou outra, citando uma reportagem antiga.

“Se você tem amor à vida melhor ter cuidado com o que fala”, ameaçou mais um apoiador. Vale lembrar que, em entrevista recente a Roberto Cabrini, Bruna fez várias revelações pessoais.

“A prostituição pra mim é uma coisa muito bem resolvida na minha vida. Já recebi muitas propostas boas, oferecendo R$ 10 mil por um final de semana, mas não”, declarou.

“Fiz de tudo para conquistar meu pai. Durante uma fase, eu fui a melhor aluna e ele só dizia ‘parabéns’. Eu fazia isso por ele e não me sentia reconhecida. Quando me dei conta que ele queria controlar a minha vida, eu não aceitei isso”, explicou.

“Quando eu saí de casa, meu pai estava dormindo de longe e, naquele momento, eu matei a Raquel. A última imagem que tive da minha mãe foi ela de costas para mim, aos 17 anos”, relembrou.

“Uma vez, depois que fugi, liguei pedindo para voltar e ouvi que não. Chorei bastante”, lamentou. Hoje, seu pai já morreu, e Bruna lamenta não ter se declarado para ele antes da sua partida. O orgulho atrapalhou a situação.

“Quando meu pai faleceu, conversei com a minha mãe e ela disse que me procuraria depois do luto. Mas não me procurou até hoje. Acho que ela já cortou esse laço de filha e mãe. Sinto falta de uma mãe, mas trabalhei isso na terapia”, relembrou.

Posteriormente, descobriu informações sobre sua família biológica, apesar de não ter conhecido. “Eu descobri que minha mãe foi abusada sexualmente e descobri que ela não rejeitou a Raquel, mas rejeitou a situação. Tive empatia e a perdoei”, revelou.

“Agora que estou me conhecendo de verdade, me descobrindo e descobrindo minha força. Na infância e na prostituição eu me sentia desprotegida. Agora, me descobri e descobri onde quero chegar”, prosseguiu.

Por fim, confidenciou que está preparando um canal no YouTube e uma continuação do filme, mas destacou que não tem certeza se Deborah Secco continuará no papel principal.

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