A reta final da Copa do Mundo de 2026 reservou uma mudança de última hora nos bastidores das transmissões.
A CazéTV, que planejava exibir com exclusividade a disputa do terceiro lugar do Mundial, perdeu o jogo solo para Globo e SBT, que garantiram o direito de transmitir a partida marcada para o próximo sábado (18).
O confronto que define quem completa o pódio do torneio agora terá cobertura multiplataforma: além do canal de Casimiro Miguel no YouTube, a decisão do bronze será exibida ao vivo por TV Globo, SBT, GE TV, SporTV e N Sports.
Eliminação do Brasil mudou tudo
A perda da exclusividade tem uma explicação direta: a queda precoce da Seleção Brasileira diante da Noruega, ainda nas oitavas de final.
Os contratos de sublicenciamento firmados com a CazéTV, detentora dos direitos dos 104 jogos, previam metas mínimas de partidas para cada emissora.
Se o Brasil tivesse avançado para enfrentar a Inglaterra nas quartas de final, a Globo teria alcançado a meta de 55 jogos transmitidos e o SBT chegaria a 32.
Com a eliminação, as emissoras abertas exibiram apenas metade dos confrontos das quartas e ficaram devendo partidas dentro do acordo.
Terceiro lugar virou a solução
Como o contrato da CazéTV já reservava uma das semifinais de forma exclusiva ao streaming, o duelo entre França e Espanha, exibido apenas no YouTube nesta terça-feira (14), a disputa pelo terceiro lugar se tornou a única alternativa viável para compensar o déficit e fechar as cotas acordadas com os parceiros de mídia.
Já a outra semifinal, entre Inglaterra e Argentina, nesta quarta-feira (15), segue o formato compartilhado, com transmissão de Globo, SBT, GE TV, SporTV e N Sports, além da própria CazéTV.
Final da Copa do Mundo segue com todo mundo junto
A grande decisão do Mundial, marcada para domingo (19), não sofreu alterações e continuará com exibição conjunta em todas as janelas parceiras detentoras dos direitos de transmissão.
Apesar de perder a exclusividade do bronze, a CazéTV encerra a Copa com um feito inédito: foi a única plataforma a oferecer a programação completa do torneio, com todos os 104 jogos disponíveis ao torcedor brasileiro.
O desempenho, aliás, já rende conversas sobre o futuro.
A Fifa estuda para a Copa de 2030 um modelo sem exclusividade, com Globo e CazéTV dividindo os direitos de todos os jogos, repetindo a fórmula desenhada para o Mundial feminino de 2027.
Sou jornalista formado pela UNIFG, tenho 26 anos e combino a vivência da grande redação com a dinâmica da comunicação digital. Minha trajetória inclui uma sólida experiência – com mais de 6 anos - como redator, onde atuei em diversas editorias, como Esportes, Entretenimento e Cidades. Além do jornalismo online, possuo forte atuação em Assessoria de Imprensa e Social Media. Tenho experiência pela criação de estratégias de conteúdo para redes sociais, o que inclui a produção e edição de vídeos em ferramentas como CapCut e Canva. Essa bagagem multimídia me confere versatilidade, agilidade e a capacidade de traduzir pautas complexas em conteúdos dinâmicos para diferentes plataformas e públicos. Linkedin: Manuel Dias
