Chamada de “dada”, Laís Caldas decide retirar processo contra Maíra Cardi

Laís Caldas
Laís Caldas optou por desistir de processo contra Maíra (Imagem: Reprodução – Globoplay – Instagram / Montagem – RD1)

Laís Caldas decidiu desistir de seguir com o processo contra Maíra Cardi. Nas redes sociais, para quem não acompanhou, a coach chamou a médica de falsa e oferecida e chegou a debochar da possibilidade de um processo após ser acusada de calúnia pela equipe da ex-sister.

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A irmã de Laís, Nara Caldas, afirmou ao F5, da Folha, que o processo não existe mais. Na época que criticou a médica, Maíra disparou:

“A equipe da Laís se acha no direito de ficar tentando me processar. Ela acabou de falar que o Arthur (Aguiar) não é homem. Inclusive ela zombou dele mesmo. E eu aqui fora, assistindo o reality, não posso falar o que eu acho dela, que ela é falsa. Amor, você vai morrer me processando porque vou continuar falando até o final”.

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Na ocasião, Maíra disse que queria torcer o pescoço de Laís, que ela tem olho caído e que ela seria “dada” ao ter ido se jogar em cima do Arthur. A influenciadora ainda disse que não tinha receio:

“Estou vendo você falar o dia inteiro mal dele. Na frente dele você não fala a mesma coisa, você não tem peito. Você nem consegue falar, gagueja, fala muito mal na hora do Jogo da Discórdia. Vá anotando aí para vocês me processarem. Assim você faz um dinheiro na hora que sair, eu te ajudo”.

Laís desabafa sobre acusação de racismo

Desde que deixou o BBB 2022, Laís Caldas viu sua vida mudar completamente. Tomando conhecimento do que aconteceu fora da casa e da repercussão sobre alguns assuntos, a médica tratou de se explicar sobre um episódio específico.

Em uma certa ocasião, Laís, Bárbara e Eslovênia brincaram ao ver que Natália, de quem falavam, estava no banheiro e poderia ter ouvido o que elas cochichavam.

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As três fizeram gestos e os de Bárbara e Laís foram interpretados como uma atitude racista para alguns internautas. À colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, a ex-sister se defendeu:

“Eu sempre fui de ficar fazendo palhaçadas dentro da casa, em toda situação em que eu me via em aflição ou tinha alegria. E sempre faço exatamente aquele gesto. Naquele momento, estavam falando da Nat, que a Eslô tinha votado ou ia votar nela”.

“Quando falaram que ela estava no banheiro, eu me senti aflita e fiz o gesto que sempre faço. Mas nunca foi em referência a algum animal. Jamais eu iria comparar uma pessoa a um animal. Isso não faz parte de mim”, seguiu.

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“Sempre repudiei qualquer tipo de preconceito. Desde pequena sou assim. Quando eu tinha entre 4 e 6 anos, eu já me vesti de homem para dançar com uma colega de sala que era negra. Ninguém da sala queria dançar com ela”, relembrou.

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“Já aconteceu também com um colega de sala que não achou parceira da dança. Eu deixei o meu par para dançar com ele. Fiz isso sem ninguém me pedir, por vontade própria. Então, quando soube que estavam me julgando como racista, eu fiquei horrorizada e muito triste porque eu não sou e repudio totalmente qualquer tipo de preconceito”, contou ainda.

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