Defesa de Rose Miriam se pronuncia sobre decisão envolvendo herança de Gugu

Rose Miriam
Defesa de Rose Miriam falou sobre nova decisão da Justiça (Imagem: Reprodução – Record / Montagem – RD1)

A defesa da mãe dos filhos de Gugu Liberato (1959-2019), Rose Miriam, se pronunciou sobre a decisão da Justiça de São Paulo, que teria negado um pedido de aumento do valor da pensão solicitado por ela.

O advogado da médica, porém, disse que, na realidade, a Justiça “negou o pedido do Espólio para suspender o valor que é recebido por Rose Miriam”.

“O Tribunal de Justiça de São Paulo negou o pedido do Espólio para suspender o valor que é recebido por Rose Miriam desde o início do ano passado (2020), bem como negou ainda o pedido de prestação de contas e compensação de valores”, afirmou a defesa dela em comunicado, de acordo com o Extra.

Segundo o advogado de Rose, Nelson Wilian, o valor acertado é que ela receba a quantia de 10 mil dólares por mês, para o custeio própio, além de despesas da casa em que mora em Orlando, nos EUA, com os filhos.

“O desembargador manteve o direito de Rose Miriam e ainda consignou que o Espólio deve pagar exatamente o importe de 10 mil dólares mensais – que de forma equivocada estava pagando em torno de 7 mil dólares por mês -, valor este que é para o custeio próprio de Rose e da residência de Orlando onde mora com seus filhos. Sem prejuízo do Espólio continuar arcando com os demais encargos, como empregados, despesas com educação e lazer, além de saúde física, mental e dentária dos filhos”, disse ainda a nota.

Rose Miriam, cabe lembrar, não era casada oficialmente com o comunicador e não foi incluída no testamento por meio do qual ele deixou 75% dos seus bens para os filhos e 25% para cinco sobrinhos.

Os desembargadores Edson Luiz de Queiroz, César Peixoto e Galdino Toledo Júnior, em decisão tomada no dia 19 de outubro, confirmaram a liminar, rejeitando o pagamento da pensão.

“Se Gugu não havia assumido qualquer encargo dessa natureza, não é possível promover esse tipo de pedido em face do espólio”, disse Toledo Júnior, relator do processo, na decisão. No texto, ele ainda ressaltou que, mesmo que fosse reconhecida a união estável, Rose não teria direito à pensão.

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